quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Os Pingos nos “Is”

Os Pingos nos “Is”


Como se fosse assim
Como “pingo d’água” em Pedra dura
Que tanto bate,
E a Pedra não se fura
Nem isto... Causa-lhe dor
Nem fere o aforisma... Seu “carisma”
Procrastinado foi o pingo d’água
Que por assim bater
Não viu cair
Nem perfurou a Pedra
Nem viu que o tempo era... Já passou
Envelheceu
Cansou
Adoeceu
Perdeu as forças
Minúscula “poça d’água”
E a Pedra lisa
Gotículas de gotas... Despetalam-se
Sobre a Pedra dura
Que rir das horas
Debocha os Musgos
E detestam Heras
Abominam Gosmas
E o lesmo das Lesmas
Rí de quem passou... E de quem passa
Rí de quem morreu, ou de quem morra.
Enquanto a tempestade dure
Ou que a chuva seja
Sempre mais escassa
Pois a Neblina é certa que a Noite vem
Junto com as Nuvens de censuras
De dia... Claras
E que possam misturassem... Entre as Pedras
E dividir momentos... Entre Brisas
Que o Vento Norte
Tão bem! Contemporiza
A Pedra é dura
O Pingo é d’Água
A Lágrima é pura
A Alma é “fina”
As causas... Tantas
O choro engasga
Mas quantas vezes eu chorei
E atirei pedras
Mágoas que guardei... Dentro da Alma
Pregos que “não furam”,
Mas que pregam
Como este olhar que me encara
Como esta censura que me olha
Como estas linguagens que não falam
Como estas miragens que me cegam
Muros! E Muralhas que me cercam
“Filhos” destes cheiros;
Que me “cheiram”
Beijos destes ódios... Que “me beijam”
Danos deste espaço que divizam
Esses “próximos” do Ósmio
Sem o Iridósmio do Irídio
Homúnculos!
Filhos de uma Alquimia sem sentidos
De uma Psicologia delirante
De uma Biologia despresível
Insignificantes seres
Doentes!
Que a Psicanálise repudia
Principalmente pela exclusão completa
Da dignidade, e do caráter.
Então! Seria melhor assim... Dá-me o que te peço,
E tu me negas
E a procrastinação se alia a Liga
Assumas-te
Que próprio me assumo
Fingir o quê?
Ou tolerar...
Quando sei... Que não me toleras
Vê!
Não finjo; não te veja.
Porém o Tempo passa
Mas nada mudou... E sei que sou a Caça
Espera!
Atrás do Caçador
Vêm outras Feras
E talvez procurem a ti... E não a Caça
De Caçador à Caça
Dá-me dó!
                                      Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Eu não arrisco não! Nem darei algum “palpite”, pois existe um limite para tudo. Nem falarei em conjectura-se; nem em nenhuma perspectiva que se prognostique, nem em alguma prosopéia que possa existir, neste mimetismo em delírio: como justicativas destes Epílogos de instantes, mas parece-me: como já vi, já visto, como Aves Avisos, que o Tiro saiu pela “Culatra” como se fosse ao Tempo... Nuvens passageiras.





E por mais incrível que possa parecer, ou que pareça: as sobras do Destino tomaram outras destinações: não por que as realidades sejam pétreas; nem que as perguntas que foram feitas ao Templo, no tempo das minhas reflexões quando me expus demais no meu Oráculo; tiveram a espontaneidade de poetizar o absurdo, mas que a minha consciência mutante em nota de repúdio, por indignação ironizou, pois não acredita, e nem manifesta nenhuma concordância com esta persistência de memória, daí sua contestação a estas “reverências” vindas dos Limites das significâncias inconfesas; constantes, e inespecíficas nas exaustivas repetições de...
Eis! A questão; Perguntas ao Templo que vem como um Tornado, poetizando tudo nestas contemplações destes Paradígmas, e Paradoxos; quando é tão fácil ver no meu Visor: verifique mais tarde – errror – nenhuma poesia ainda: principalmente aquelas esquesitas... Nos Arqivos da Lei; O quê vocês me diriam disto; The Case Vanzzini; e principalmente para desfocalizar... The Case Ramehda I, II, III.
Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.



Epílogo de Instantes

Bem vindos
Ultimate
129 Postagens!
Desastrologicamente falando
Desconhecidamente conhecido
Numerologicamente predizendo...
Um número de Deus
1! De único
Uno! Impar primeiro...
9; o máximo da evolução espiritual do homem
E doze... Foram Apóstolos dele
E se imaginamos vamos ver;
As três Pessoas da Santíssima Trindade
E o Dez que seja Deus... Onipotente
Isto são passagens
De instantes
Pode ser... Postagens para sempre
Note! E date...
Como justificar Postagens... Adiante


                      Dr. Ademar Raimundo de Barros.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

As sobras do Destino

As sobras do Destino




Seria um excelente comentário para se inserir nos Anônimos da Poesia e da Arte, na Postagem intitulada: Como um “Tornado”, pois continuam com a mesma apurrinhação: na colocação de visualizações que não são efetuadas por mim em nenhum dos Blogeers que manejo, quando a rotulação de meu Computador é outra completamente diferente, da mesma forma que meus pensamentos divergem dos demais: mas me recolho no consolo de Resumos de Platão...
Os daimons ocupam o espaço que separa o céu da terra; constituem o laço que une o Grande Todo a si mesmo. Não entrando nunca a divindade em comunicação direta com os homens, e é por intermédio destes demônios que os Deuses entram em comércio e se entendem, e se entretêm com eles, quer durante a vigília, quer durante o sono; quer durante a Vida, quer depois da Morte: pois somente após esta, o Daimon, que nos fora designado durante a vida, leva-nos a um lugar onde reúnem todos os que têm de ser conduzidos ao Hades, para serem julgados, e só depois de haverem estado no Hades o tempo necessário para compreenderem que são Almas, e não, Santos; serão reconduzidos nesta Vida em múltiplos e longos períodos para a aprendizagem.
Mas quase todos preferem: a corrupção dos costumes, matar, roubar, prostituir, ou ser prostituído, destruir, desejar o Poder, procurar o mais fácil, e desejar até aquilo que não lhe é de direito, e odiar a todos com a Cara de Anjo que Daimon lhes deu, e desejar o mal a qualquer um que não lhe seja igual... E aqui é onde está a diferença; Morou! E se não morou meu filho; Paciência!
Não como um Tornado... Imagine
Nem como uma Tempestade de Granizos... Imagine
Nem como Avalanches de Penhascos
Nem como o pico súbito das Serpentes;
Mas é muito interessante
Esse bailado de assédios
Psicológicos sim!
Mas são perceptíveis
Nestes intrincados de intrigas
Neste momento de mútuas “entregas”
Como se... Compra-se, e vende-se,
Como se... Desmanche-se, e destine-se,
As Tralhas dos “Ferros-Velhos”
Como se... Roubos, e Furtos,
Como se... Procura-se! Vivo ou Morto
Como se... Prenda-se!
É Ladrão!
Como se diga agora;
Prenderam! Pegaram a Ladra
Que acobertava o Antro
Que escondia o Ouro
Que sustentava a Arca
Destas Alianças
Desde Mil e Novecentos e lá vão Fumaças
Desde que o Daimon aqui cravou
Mil uma espora
Como se... Desvendaram até os crimes de outrora
Como se... Desculpem-se os inocentes
Ou como se... Prendam-nos! São cúmplices
Como se... Calar a todos no grito fosse algo possível
E sair na Cena assim...
Yahoo!
Eureca!
Achei a chave que faz calar o Grilo
E que apaga a luz do Pirilampo a Noite
E Faz calar a voz de “Vagabundos”.
Quer mais?
Espera só um pouco.



Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros.



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Como um “Tornado”

Como  um “Tornado”



 Eu queria chamar a atenção de uma das metades do povo Brasileiro: já que persiste este clima suposto de um País dividido por  insatisfações de partes a parte: de que não foi o Lula que criou os Mensalões; e nem foi a Dilma que criou os Petrolões, pois eles sempre estiveram presentes na nossa Pobre Política: pois estes dois falastrões vindos das respingelas dos Sacos de Farinhas dos mesmos Sacos, e das Eras de Mil e Novecentose lá vai fumaça, e dos Idos quais: a plástica das fisionomias dos meus Tataravôs já eram velhas demais: quando esta minha que hoje já se sente órfão da plasticidade adquirida,  e já perdida pelo passar da idade, mas que naquela Época eu nem sabia ainda: de quais Testículos estaria a Célula Gameta Masculino, que  fecundaria qual  Óvulo fecundo Nordestino presente nas entranhas do Ventre de minha Mãe; e que viesse muito tempo depois, mostrar ao Mundo a minha Cara; o meu perfil Estênico e querelante, com traços Antropológicos litigantes, e com um Cordão Umbelical sempre ligado aos “meus”; e a minha Pátria para a qual quero a Paz.
Mas vos faço ciente para que não se iludam: o delator não premiado nas Delações Premiadas; foi meu Governador, hoje Senador, Ivo Cassol do Estado de Rondônia: pois foi o primeiro a flagrantear com Áudio e Vídeo: toda a Bancada da Assembléia Estadual de Rondônia no Esquema de Propinas para o apoio ao seu Governo; se! Fato tão comum que mora na Câmara de Vereadores do Sovaco do Anum: aquela Cidade; digo Ave em “negrito” localizada lá nos confins do solo Brasileiro: mas o moral desta história ficou reservado para glória de Roberto Geferson: balela pura, pois copiar é preciso: e para o nosso Senador o que restou? O esquecimento.
E no tocante a quem criou os Petrolões; é uma história antiga. Digamos que mataram o Pai que era Alagoano: velho Delmiro Gouveia, traído por uma Colméia: não sei quem era o Zangão, nem a Rainha; mas as Abelhas eram tantas, e algumas delas de espécieis Brasileiras, filhos da Terra não! Filhos das “Santas”; e de Pai em Pai, foram surgindo Filhos de todos os “Santos”: e Adeus! Camaçari que em romaria canta... O Petróleo é vosso, pois seus “Padrastros”; gamaram-se nas tantas Passadinas, que se esqueceram de Abreu e Lima, e nem querem mais falar em Divórcio já que nasceu um filho do qual nem se sabe ao certo quem será o Pai: e colocaram nele um nome esquesito de Pré Sal: daí nasceu o Petrolão, Neto enrolado; diferente do Pai, e para não ficar de mão em mão, e como o Petrolão é Brasileiro: a Dilma briga na Justiça, mas ele não é filho dela não: tem Pai demais não, só tem um só; mas não vou dedurar; é preciso? Sabido de mais; mais do que qualquer Tucano; e bem melhor do que qualquer espécie de Araponga, mas virou menino (de Publicidade) das “Ruas”; e muita gente “quer” brigar com unhas e dentes, por sua adoção: só que existe uma condição Constitucional para este direito... Êle ser o predileto óleo extraído, e eleito o mais perfeito Elo da Nação.
Mas chamo atenção de muita gente: isto ganhará uma relação de continuidade, e não será assim tão fácil o Golpe, pois a imparcialidade exige o inventário da Instituição de épocas anteriores ao Fernando Henrique para se chegar a um espelho Real da situação... Não é no grito não! Pega Ladrão! Pega Ladrão! As coisas estão muito no Plural: e o Coletivismo é a norma geral; sem falar, nos particípios passados que possam ser requeridos, aí eu quero mesmo ver a face Real da Lei sem o uso do termo... Prescreveu! Aí não! Onde fica a ampla defesa do Réu? Mas por via das dúvidas: ainda é cabível a Súmula Sete, no meio de mais de Milhares de Delações Premiadas... Mas vocês decidiram assim, e a “coisa” foi ficando colorida, ou colorada, como queiram: como quem beija a mágoa, e com mais mágoa fica: por que beijou a quem tanta mágoa e desbotado ver depois; que as coisas quando mal feitas adquirem as Cores Vermelhas, e Pretas; Rubro-negras lembram apenas o que nego: e como não negar: pois não consigo admitir mesmo que verdades sejam... As Bandeiras de luta nos dias de luto: quando até para esta expresão; a recíproca é verdadeiramente verdadeira: quando se percebe que voltaremos ao passado, e reeditaremos a Revolução de 1930, ou então; outra edição do Golpe Militar de 1964 (estou ou não com a razão?) e dentro dos mesmos parâmetros preditos em Logística.
Mas fazer o quê? Ou o que dizer? Para as nossas Tribos que desejam o Cisma: se nem Samaritanos são, e qual seria a nova Capital; e se seria por acaso Samaria do Reino dissidente do Pré Sal, e quantas vezes não seria a mesma destruída, e reconstrída sem Corrupção... Ah! Herodes: quem te mandou embelezar demais lisongeando Augusto, a monumental Capital Samaritana que se chamava Augusta, mas que traduzida em Grego chamava-se Sebaste; que chama a atenção para Sebastião, Santo de proteção do Rio de Janeiro: é coincidência demais com as aversões dos Povos do passado, filhos de Samaria com os Filhos de Judá, os homens das cisões. E para ser bem maior a coincidência; Grande Herodes! Esquecestes-vos dos Pobres Palestinos, como fizeram aqui: que marginalizaram Nordestinos responsabilizando-os pela derrota em um Pleito, mas Deus deu um jeito e haja Chuva como quem diz... Não os reclusem mais, vêm outro Pleito, e não haverá água por aqui: para no auge que assole a Seca de um Lustro, de nada valerá votos na razão de Caminhões Pipas. E não mais haverá mais... Votos Nordestinos.
E o que dizer ou fazer: se nem Nazarenos somos como foram, Sansão e Samuel, bem como pela vontade de Deus; foi, Jõao Batista, e não Jesus. Jesus! Aquele que nunca foi Nazareno, e que apenas nasceu em Nazaré: sua naturalidade, e que compartilhava bem com a Ideologia Nazarena; pela sua busca pela perfeição, não por sua observação perpétua ou temporária: não pela castidade “doentia”. Não simpatizava com os Publicanos: que eram os mandatários das Taxas Públicas; e os responsáveis pela arrecadação dos Impostos impôstos ao povo pelo Império Romano: nem com os Postageiros; os trambiqueiros daqueles Tempos: que eram fiscais de alfândegas e Barreiras comerciais: quando nem ainda pensava-se em Petrobras, mas já havia “rolos”, praticados por riquezas de mau quilate: gente de má vida, composta de debochados, Vândalos e Vadios; indignos das pessoas distintas. Detestava Fariseus pelas mais do que as suas quatro palavras, das quais de Dez; mal se salvava uma, mas estes queriam a qualquer preço o monopólio  de suas poucas verdades, e próprios se distinguiam.
Para um melhor perfil: Cristo não se relacionava bem, nem com Escribas, nem mesmo com os Sinagogêz os donos da Páscoa, da Dedicação, e dos Tabernáculos, mas dava-se bem com Saduceus, e principalmente com Essênios ou Esseus, e Terapeutas... Pontes de união entre Judaismo e Cristãos, quando surgiu o Cristianismo... Pontes de dispersão quando Pedro conseguiu chegar a Roma. E Pedro chegou ao Céu, sem nem conhecer Fidel; nem mesmo rezar por Cuba, e imaginem só se tenha conhecido Havana, mesmo que houvesse adentrado no Templo, e no Tempo da Missa houvesse cantado... Hava.
Agora Dilma! A meu ver: talvez um; em um Milhão, haja entendido o que eu quis dizer nesta estranha “Eucaristia”, pois não conseguirei jamais servir o Pão, pois me apresentam o Vinho; e ficará difícil demais te comparar a Madalena, mas vou tentar propor que se justifiquem os fatos na ausência de vossa presença, a quem querem indiretamente envolver: e a Tese é tão simples, e um pouco parecida com aquela... Atire a Primeira Pedra aquele que sempre roubou por paixão: e muita gente vai ficar calada...
Há quantos Anos esssas Empleiteiras que estão enroladas por aí: estão na condição de cúmplices dos Governos: e se a Polícia Federal hoje fizer uma Auditoria em qualquer espingela Pública que exista; ela vai encontrar Artistas sim! E demais! E muitos Vilões para completar a Cena, o Espetáculo, o Circo, e seus Palhaços; sem falar na sua grande Galera em delírio: nem que seja na menor Cidade do País. Agora imagine vasculhar-se; Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e; Etceterádemais quêtemseavê e calar: senão elas próprias ouvirão alguém gritar... Pelo amor de Deus! Prendam-me! Eu fui Laranja em Tucuruí, mas já fui Limão na Amazônia... E Sicrano, e Baltrano, e Fulano, não podem pagar só... Bota gente! Por favor! Tanta Super Sinceridade nisto.
Agora quem quizer sair por aí, com a Cara pintada de Verde e Amarelo de vergonha... Que lhe faça jus.
Agora quem quizer mancar boubeira: e sair por aí com Bandeira Rubro-negra, Calça Azul, Camisa Branca, eu vou me lembrar da minha vida em Lapa, ou em Lapinha... Miguelzim Camisa Negra, Meia-noite, Juvenal... Meu Tempo de Boemia no Vietnãn; calma!Não estou falando de Política, eu estou falando de Bacantes Noites no rítimo da Prostituição dos meus instintos e costumes: pois quando o desemprego vir, e a fome fizer ronda, e o Tráfico definir as Rotas nos Asfaltos, e a Morte velar cada Família; eu voltarei ao passado para  rever o que um dia eu vi, e não estávamos em Guerra, no fim da Revolução, nos confins deste País.
Dilma! Não adianta Referendum Popular para financiamento de Campanhas Políticas. Não adianta a votação em Plenário, de uma proposta de criação de Núcleos, ou Quirambolas que tenham o poder de decisão: isto é apanágio da Justiça: e se queres ver quem realmente seja o homem: conceda-lhe um instante de Autoridade: e quanto à possibilidade de Imptcheman: deixa que eles o peçam, e com respaldo em quê; então chegará inevitalvelmente a hora que Vossa Senhoria se digne solicitar ao Supremo Tribunal Eleitoral, o fio fino da Teia, e a Nação se pronunciará... Dilma! Sim, ou Não? Mas independente do resultado do Pleito, e se lhe responderem não! Quem assumirá o Governo desta Nação, por respaldo Constitucional... Será seu Vice.
Eu sei que será desgastante: mas urge a necessidade que o Congresso Nacional, e que o Senado Federal, assumam-se em votação aberta de que vossa Senhoria esteja na condição de cúmplice de Crimes: e se a Nação lhe disser sim: qual implicação Penal que deverá ser imposta aos litigantes que querem lhe impor a conotação de Ré: a cassação do Mandato por Crime de Responsabilidade? Claro! Em meu ponto de vista, os Parlamentares devem responder na dimensão de injúria dirigida a autoridade Presidencial, mas deverá ser também julgada por voto Popular e atendendo solicitação sua; e a “coisa” não deve correr assim... Como sem nada tivéssemos a perder.
         Mas uma coisa é certa Dilma! Eu estive urubuservando alguns detalhes: estas Multinacionais, e empreiteiras de renome Internacional: têm muita coisa a perder, e vão querer manter seus compromissos: e que meus olhos cansados ainda conseguem ver as Aves Avisos: e que meus ouvidos aindam conseguem ouvir: é que não se trata de Matéria Preclusa, e que não despicienda-se mais, a Antítese do ó! Pois muitos Silvérios dos Reis prometeram nada falar: e nem nenhum Dirceu dirá quem foi Marília: e nenhum Thomás falará que conheceu um dia, qualquer Cláudio Manuel da Costa que fazia rolos com propinas... “Pobre”: Minas Gerais! Que tarde tenta imitar quem foi... O Tiradentes; o único que não foi beneficiado pelas Delações Premiadas que já existiam no Regime, pois os outros que faziam esta Demagogia de “leva e trás”, foram considerados “inocentes”, ou tiveram suas prisões decretadas por outros critérios, e as Domiciliares foram às preferidas pelo Império.
E mais uma vez eu te peço Dilma! Não se antecipe a conclamação de Referendum em solicitação efetuada a Poder Judiciário, antes da manisfestação aberta das unanimidades das Câmaras Federais (Senado, e Congresso Nacional), pois isto é Dever ou Direito, mas este Dever, e este Direito; têm que ser votado pelo povo nas situações críticas do Processo Democrático, pois o teu Dever, e o teu Direito: começa quando o Direito, e o Dever deles terminarem; neste caso.


Sem mais
Dr. Ademar Raimundo de Barros