domingo, 21 de setembro de 2014

The Case Vanzzini

The Case Vanzzini


Riscos!
Que deveremos sempre correr
E não será difícil supor
Ou até afirmar
A indubitável evidência Fática, e Enfática dos Fatos;
Inúteis e inevitáveis
“Úteis”! Lamentavelmente
Para quem convive com o cotidiano das Fatalidades
E com a exequível coincidência das coincidências
Muros intransponíveis
Que o inconsciente nega e esconde
E que de repente erguem-se
E do nada vêm,
E o “invisível” torna-se visível...
E tudo aquilo que se pensava ser “imaginável”
Materializa-se
E se Pesadelo for
Torna-se realidade, ou “cristaliza-se”,
Na queda inexorável da Infalibilidade
E falíveis se sentiram tantos
Sorriram as “Papisas”
Enquanto os “Santos” da Terra
Nas Asas de alguns Políticos
Comemoraram a queda em Brindes...
De Vinhos, e Água ardente;
E a Infalibilidade deixava de existir
Deixando “Rombos”
Contraditórios, e Milionários,
Que não encontrariam mais sustentação
Nas hipóteses dos seus Pilares
Nem nas suas Teses que eram...
Aqueles Tendões de Aquiles
Músculos e Cabelos de Hércules
E a sensualidade ímpar de Afrodite,
E só restava-lhe voar para desespero dos “Deuses”
No mesmo sonho de Ícaro
Vai! Vai! E diz ao mundo que não há ninguém mais infalível,
Pois a infalibilidade tem por configuração
A Isomeria própria das Moléculas
Nas suas fórmulas planas, e Estruturais,
E o Fisiologismo Sui Generis dos Seres
E a Fisiologia do desgaste
Que em Radicais instáveis em instantes
Alguns se agregam a quem
Outros em diferentes... Ciclos Livres
“Filosoficamente”  itinerantes
Como a Hipocondria Recorrente
Como a Hipocrisia tão constante
Na Reza de uma Ideologia “delirante” que compraz
O esgar falso das Lágrimas
O entalo proposital ou ink...
“Estado” simulado que faz parte do cenário, ou Cena,
E da Cinematografia própria da Demagogia de Políticos
Que milimetricamente medem gestos
Fisionomias, e atitudes,
Em busca de uma Idolatria pertinaz
Sem procurar saber o que ocorreu, ou que ocorra.
Nestas dormidas em Celas molhadas em Tempo frio
E nas humilhações orientadas por Caudilhos
Donos do absurdo das torturas
Onde a “ternura” mais imposta seja o Vilipêndio
E a desmoralização moral do preso,
Que gritou algo parecido com...
Viva a Liberdade!
E que por essa razão foi condenado
Por quem nunca procurou contemplar nos “Espelhos”
Do Passado... O “Golpe”
Do Quadro... O Grito
Da Foto... O Urubu e a criancinha Negra
Ausentes dos Palanques, e dos Discursos;
E nesta metamorfose pessoal
E nestes Mimetismos Dogmático
O Emotivo é Ato aplaudido
E o Ator deleita-se do feitio
Êlé é Eterno! Perfeito! Valeu o impacto!
E os aplausos vêm como Delírios
Na consolidação anômala dos Líderes do “Idealismo”.
E a palavra maior... Infalibilidade
E a palavra menor... Dignidade
E a expressão menos digna, e vulgar... A Verdade
E a palavra mais branda... Exterminem
E a palavra mais viva... Morram
E outra expressão preferida... “     Povo sofrido de minha Terra”
E os Refrões mais fajutos... Saúde! Educação! E Segurança Pública
E a palavra mais íntima... Fase!
E as palavras queridas... Eu! Eu! Nós!Nunca! Só Eu! Eu! Eu! Eu!

                                     Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Parto de uma particularidade, para uma Generalização. The case Vanzzine retrata os acontecimentos decorrentes de um Acidente de Trânsito que teve seu desfecho na Justiça comum. Não pensem ser fácil jugar e ser julgado, pois tudo corre seguindo uma relatividade, no conceito daquilo que realmente seja relativo. Mas compreendam bem: que transformar uma vítima de um Acidente de Trânsito, aonde ela (segundo Prontuário Médico), dá entrada no Serviço de Emergência, com sinais visíveis de embriaguez, e em Acórdão Judicial não contestado pela Advocacia: ela ser beneficiada com Pensão Vitalícia, nem no Vaticano! Nem no Tibé! Nem no Templo de Salomão, e nem nos “Infernos das Cuias”.
E é este The Case Vanzzine; que tramitou nos Anais do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia: mas no seu histórico não consta que a vítima vinha em alta velocidade e fora de sua consciência normal, e veio colidir com o Veículo que eu conduzia em baixa Velocidade, pois  já havia detectado Pane Motor (Laudo Técnico Autorizado, nos Autos), Diagnóstico de Lesão fornecido por mim (Lesão de Plexo Braquial); por constatar in loco, na madrugada do Dia seguinte: Paciente lúcido, Consciente, ausência de Fraturas Ósseas, e perda de sensibilidade e força muscular, no Membro Superior comprometido.
Deixei um bilhete (como Médico) no Prontuário do Paciente com esta suposta hipótese Diagnóstica, após passar parte da Noite anterior no Instituto Médico Legal, e conduzido pela própria Polícia Militar para Exame de Corpo de Delito sob a suspeita de embriaguez de minha parte: o que o Médico Legista contestou e excluiu esta hipótese, independente da insistência de um Policial Combatente que tentava dar sustentação a seu Boletim de Ocorrência, quando o Laudo Pericial do Veículo, este deixou de fazer: para que existisse um “espaço” no Processo de que pelo fato de ser: Capitão Ativo da própria Polícia estaria sendo beneficiado: quando eu já estava sob a Escolta comandada por um Oficial Fem. Superior... Aí vocês entendam a extensão da infalibilidade, pois todos querem ser infalíveis, inclusive mentindo.
O Hospital não transferiu o Paciente Via TFD (Tratamento Fora de Domicílio) quando o ponto de referência Nacional na época era o Hospital Sara Kubistekc em Brasília: e o paciente recebeu alta hospitalar três dias depois sem confirmação especializada da Lesão: se era lesão de Tronco; se eram lesões passíveis de recuperação futura, mas o meu Diagnóstico Clínico em Anamnese casual; valeu! E toda responsabilidade sobrou para mim.
Que dizem as Resoluções neste tocante? Bem como se conduz a Lei? Quais os Direitos da Vítima? Quais os deveres do “Réu”? Pondes infalibilidades diante de teus olhos, pois elas vêm em avalanches de irresponsabilidades a partir dos relatos em ritmo de “Coitadinho”, Laureado com Fotos do tempo em que servia ao Exército; e o coitado que diria o veículo, já havia se não fosse à intervenção de terceiros; sido vítima de linxação, mas eu não consegui ver quem vinha vindo do “infinito”, e suspeito do uso tão comum de drogas: e sem ter um acostamento para a tentativa de evitar aquele impacto: e os transeuntes nos dois lados de uma pista na área urbana, sem sinalização e sem luminosidade adequada. Eu não cruzava uma Avenida não! Estava em linha reta, e deveria por obrigação entrar à esquerda que ficava há mais ou menos 50 Metros: o que exige diminuição de Velocidade, ligar o Pisca Alerta da Direita, e respeitar quem venha na sua contramão, mesmo em Pista estreita.
Eu não podia por conta própria conduzi-lo para tratamento Particular fora deste Estado. Eu indenizei Bicicleta e Telefone Celular danificados no Acidente. Eu disponibilizei mesmo irregularmente dentro do meu Convênio, intermináveis Sessões de Fisioterapia realizadas na Policlínica da PM/RO; ATÉ QUE UM Dia alguém nos dedurou (Eu, e meu amigo Fisioterapeuta), e nada mais pude fazer: a não ser orientá-lo para um Centro maior para ver se havia alguma coisa a fazer se ainda pudesse.
O meu Seguro de Veículo já havia sido sacado, e seu Advogado que vivia em comunhão estável com uma de suas irmãs, nem dispensou a parte dele; e conduziu depois a Causa para a Justiça. Quantos me cobraram? R$ 500. 000! Quantas vezes mentiram? Foram várias; e a maior mentira! Que eu não dera nenhuma atenção ao Caso. E a maior calúnia? Que eu havia atropelado o “coitadinho”, estacionado na calçada da casa de uma namorada; e a mesma não consta como atropelada, o que não se justifica a intenção citada de que tentaram linchar-me, não fosse a intervenção de terceiros e tudo isto sem falar, na difamação da minha própria pessoa, e sob a alusão de que eu estivesse embriagado, e ao mesmo tempo, eu houvesse sido protegido pela Polícia.
E o Meritíssimo Juiz entrega-me o Processo para visto. Ora! Isto é função precípua da Advocacia, pois um homem comum, não tem a capacidade de em função de momentos; desvendar “os podres” que foram acobertados: aí! Pergunto-vos? Onde estava o meu Advogado? Em silêncio. E devolvi o Processo que me haviam posto as vistas.
O Juíz pergunta-me: você poderia pagar R$ 5. 000 como indenização a vítima? E um discreto “chute” chuta-me as “Canelas”. Era um Sinal! O Advogado queria dizer-me, aceita! Sim Sr. Juiz, seria hipocrisia de minha parte lhe responder que não... E o Advogado da vítima pediu solicitação para sair da Sala. Na volta ele contesta e propõe R$ 10. 000 para acabar a “festa”; e o Juiz se dirigiu a mim sem perguntar; aceita? E se pronunciou assim; se o senhor pode pagar R$ 5. 000 poderá pagar R$ 10. 000; confirma? Sim Sr. Juiz, mas numa condição que seja em Parcelas, e tudo dava atender que tudo terminava ali, sentindo outro chute nas minhas canelas finas.
Grande engano meu! Assina aqui, assina ali, assina lá; quando macetosamente o Juiz pronuncia-se acerca dos Acórdãos acordados na Sentença... Mas o Senhor Ademar Raimundo de Barros deverá pagar descontado em sua Folha de Pagamento uma alícota pouco significativa até que o paciente venha apresentar melhora. Melhora de que? De uma Lesão (por azar) de Tronco de Plexo Braqueal Direito, que em lugar nenhum do mundo tenha cura: só muito depois de experiências que deverão ser feitas pela Medicina Moderna; quando? E aí!
A infalibilidade me julgara quando nem existia a Lei Seca; e eu ficaria para o resto da vida pagando por um Direito Adquirido esquisito demais, e agregado as Pensões Alimentícias de minhas Filhas. O que o Advogado fez? Nada! Quem poderia significar esta singularíssima pessoa, perante a aquela autoridade máxima e infalível? Seria eu o agente ‘contemporizador para lembrar a aquela magnificência que estes casos diriam respeito na Legislação em vigor, a Previdência Social Brasileira, que de sua parte já havia determinado o Valor da Pensão por Invalidez do Vazzini, na proporção que ele tinha de  Carteira assinada: quando a Proporcionalidade estabelecida era de Seis Meses Trabalhados; e no frinjir dos Ovos e das Contas, quem segura as pontas sou eu que pago um Dever Adquirido que a própria Lei não determina ou determinava; indenizou! Acabou! O resto a Previdência que responda. Mas uma coisa eu pude observar: quando a necessidade bateu na minha porta: eu consegui reduzir a Pensão das Filhas, e consequentemente houve reclamações por parte da vítima de que seu Direito Adquirido também foi reduzido: e eu quero ver como vai ficar the case Vazzini quando por direito legal eu venha retirar a Pensão Alimentícia das Filhas: que já são maiores de idade: uma delas já está casada: as duas já estão formadas: uma é Enfermeira, outra é Licenciada em Arquitetura: eu já vou fazer 65 anos; mas não consigo entender esta Lei... Quando é que vou me livrar destas coisas inéditas! O que você me diz? A infalibilidade existe, ou não existe? Será perpétua? Será contínua? Dependa da Cara? Ou dependa de outras coisas? Das Simpatias! Das Antipatias! Das Influências! Ou das relações de cada Causa...
E dependa quem?
Dependa de “Cartas     “?
Jogo é Canastra?
A Canastra é “dura”, ou seja, mole a Canastra?
A Canastra é limpa? Ou será sempre “suja”?
Valha o “Coringa”?
Qualquer descarte pega-se?
Mesmo que noutro Naipe se prossiga;
O Ouro encara Espadas?
Ou Paus engulam Copas?
O que será que sirva ou que não sirva?
A quem te apega, e a quem será que enganas,
Que proteger relegas... Quem não vê!
Quem tu proteges e quais quem tu rejeitas,
De quais tu amas mais?
Ou de quem “gostas”? E se é assim que sempre funciona.  
Com a palavra: Juízes, e Advogados. Para que eu possa ajuizar nos recôncavos da minha memória; que é chegado o Tempo que caberá aos Velhos, a responsabilidade pelos Netos, Bisnetos, Filhos e Filhas na maioridade dos Nem/ Nem (Filhos das “Tantas”) que de comum acordo eles colocaram no Mundo, inclusive os Filhos de outras “Santas” que transitam por aí, cavando no meio do Trânsito e dos “Transladados” em Trâmites na Justiça, uma oportunidade acidental, ou qualquer outro incidente existencial para se beneficiarem daquele novo “Papai”, ou nova “Mamãe”, Vovô, ou Vovó; ou Titios, ou Titias empurrados numa Teia de Aranha onde mora, onde manda e desmanda... Os Filhos que não têm vergonha e  nem escrúpulos: que indevidamente fazem uso dos Salários que  não são seus: em troca de Bagulhos dos Vícios contraídos pelo abuso do Álcool, do Crack,  da Cocaína e da Maconha , e quando não pelo ócio e pela condição de... Narcisos Patrícias, e Maurícios; que na intimidade (com todo respeito)  ainda chamam-nos de Gagás ou Babacas; enquanto a Previdência Social “agoniza” sufocada por Verbas demais, e Deprimida pelo Sequestro das outras existentes... Quando nos resta pouco tempo para somente ouvirmos e cientes de que jamais poderemos estar incluso nesta Lista... Só noutra! Muito difícil de existir, pois seremos transformados em “Laranjas”.



Sem mais da “vítima” ou do “Reu”...

Dr. Ademar Raimundo de Barros... Que agradece a aqueles que prestigiaram o Blog, aos que continuaram seguidores, aos que se afastaram por livre e espontânea vontade, ou pela vontade imposta pela Sistemática do OH! (Melindres daqueles que defendem: não deixem que a Canga; Caia!), pelos que ainda quiserem ou puderem acesá-lo já que a censura é fina e refinada como derivados do Petróleo vindo de Passadina “beach”, mas o que tenho mais é agradecer, pois as minhas verdades permanecem nos Arquivos de minhas “Poesias Vivas”.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Meu Sogro, Paulo Bezerra II

Meu Sogro, Paulo Bezerra  II





Não estou tão longe, ou “ausente”.
Nem definitivamente afastado
Nem deliberado do Direito
Nem renunciei... A “Causa Nossa”
Não procurei desvios, nem destinos.
E ainda estou aqui de pé...
Para manifestar-se contra

E se vivo vi, aquele “Inferno Verde” / E se sobrevivi! Quê! Sorte a minha/ Eu, abertamente fui predestinado/ A “Doutrinação” apóstata... Que existia

E que me impôs
Eu ter que ser
Sisudo
Calado
Oculto e passivo
“Bicho do mato” que a arrogância fez... Como castigo
Afastar-me do convívio “de tudo”, ou de um “todo”.

Vivos ou “mortos” / Dessas Colônias lúgubres de Cativos/ Sem discernir ser livre, ou escravo/ E sem poder dizer se volto, ou fico.

Lembro! Do Porto
Lembro por certo de alguns acertos
Da Litania surda daqueles “conscritos”
Negros! Mestiços... Pobres Nordestinos
Por Água e Terra; pra servir na Guerra... Não na Seca
E que fizeram ativamente ser...
Vítimas de discriminações, e preconceitos.

Lembro! De “Assentos” / De “assentados” mortos... Os Arquivos/Dispensados formais, que a “legalidade” excomungou/ Mas “de cego” fingi... Fiz “meus Batismos”

Queimei a Seiva que colhi nas “trilhas”
Arderam os olhos na fumaça “estranha”
Mas a minha visão ficou intacta
Bem como ilesos... Pares Cranianos
Passam-se anos
E posso definir sem “lera”... Políticos e Políticas
Suas mentiras; suas “Carapaças”.

E não senti/ Nem o gosto do Sal, nem da “Salmoura “/ Nem o grito... Glória! Ah! Vitória/ Superação! Ingratidão! Separação! Restara

E não somente isto que eu vi
Que eu vivenciei no dia a dia
Destruição! Desilusão! Desunião... Mas pouco importa
Quando a vida é tua
Eu! Inconsciente desta escravidão
Que a própria Nação patrocinou
E esta é a verdade... Nua, e crua. 

E Apóstata fiquei... De mãos vazias/ E sem Apostasia à Religião/ Nesse Cristianismo que por fé confesso/ Tão controverso nesta excomunhão.

Comentários do Autor: O mais revoltante para quem for de interesse o conhecimento: é a Batalha da Borracha – por Esforço de Guerra – que determinou a criação do Exército da Borracha, no front Amazônico: seguindo uma logística imperfeita e desumana: recrutamento, adestramento, e o cotidiano imerso em medo, fome, doenças e mortes, e esqueçamos o poder do homem sobre o próprio homem, da corrupção e roubo vergonhosamente instalados, e da prostituição “aduaneira”.
Muito mais que o imaginável, ocorreu no front Amazônico criado pelo Exército Brasileiro: cujo contingente, foi reciclado sob “pejorativos” indícios de Eugenia na escolha; 60.000 homens (bem maior que o Contingente da FEB: 25.334 homens) que vieram para cá, e aqui viveram, vivem... Chegaram, lutaram, resistiram, pereceram, e ainda os que vivem; guardam a nostalgia do honroso Título de “Soldadinhos da Borracha”: independente de serem; mixotipos, brevilíneos, ou Disgenopatas: nas lúcidas reflexões de Fernando Azevedo e Ruy Barbosa; que preferentemente defendiam a inclusão de Longilíneos, mas o maior agravante: a propaganda enganosa do popularismo de Getúlio Vargas quando:
Foi “expulso” o camponês da cada um, e lhe foi concedido a “fisionomia do Soldado”: que na hora da partida, o que tinha... Um enxoval improvisado; calça mescla Azul, Blusa Murim Branca; Chapéu de Palha, um Par de Alpargatas de rabicho, uma caneca de Flande, um prato fundo, um talher, uma rede; um saco de estopa como Mala, e como presente de Getúlio Vargas: uma carteira de Cigarros Columbia... E uma cápsula de Cianeto para escapar da vergonha de ser prisioneiro do inimigo.
Chamo a atenção de todos: os Seguidores, os Visualizadores, do Ministério da Defesa, da Administração Geral da União: para o Trabalho que me serviu de base: elaborado na Monografia para Bacharelado em História, NA DISCIPLINA DE Orientação de Trabalho Monográfico pela Universidade Federal de Santa Catarina: de Autoria de; Maria de Andrade e Silva – “A Borracha Passada na História”: ao qual atribuo nota + Dez, + 10, e ver: WWW.pergamum.udesc.br


É lamentável (mas meu dever) desaforar para Desastrolados do Desconhecido: este Poema que noutras palavras: é réplica de uma mesma Poesia, escrita entre outras linhas. Desculpem-me os visualizadores, e principalmente os Seguidores do Blog, pois nada mais, nada menos que: 23 comentários bem postados: perdem-se no tempo; e nada mais, nada menos (isto não faz importância), 187 visualizações seguem o mesmo destino... Daí espero somente... Pelo tempo.




Sem mais, um abraço dos “Anônimos da Poesia e da Arte”, e dos, Desastrolados do Desconhecido: como uma justificativa a mais para a exclusão da Postagem: A Meu Sogro, Paulo Bezerra, e que esta minha atitude, venha servir de mais um recurso de divulgação, da luta inglória deste "Soldadinhos da Borracha": perante  protocolos "enviesados" que tramitam em Justiça no caminho do Protelatório, até chegarem a um ponto definitivo... A prescrição até do Direito Sucessório, pois o Legítimo; demora... Faz muito Tempo.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

E tudo virou Hipocrisia

E tudo virou Hipocrisia


 E hoje no “pensado” Reino de Avelã, aonde Súditos e Escudeiros vêm compor a Arena; ou onde no futuro provável reinado de Macunaima; iremos ver que nadamos demais e morremos na Praia, ou paramos nas Contas de Passadina, e miramos demais as Ondas do Mar que beijam as Praias de Igaraçú e as de Olinda, e ficamos a pensar: por Deus! Por onde andará Abreu e Lima; mas eu que bem deixei explícito em, “Brandas”... Essas Respostas (mistura de Crônica e Poesia) sabia que terminaria assim...
Eu!
Sonho com o Mar/ E sobre, e subsequentemente a toda “Crista de Onda” / Vem um Vale/ E debaixo de Vales... Mar/ E debaixo de Mares... Areia/ E por baixo de Areias... Pedras/ Duras tal Cassiterita/ Formam Cordilheiras de Montanhas/ Para cada “Cadeia”... Um Vale/ Que o Mar escondeu “seus Azimutes” / Como “Zêlos de Deus” / Ah! Delmiro Gouveia! Vênia! Vênia!/ O Petróleo não se encontra só... Em “Terras Secas” / No Sub-Solo do Mar/ H    á muito mais... Delmiro! Mas nunca rezamos um “Pai Nosso”... Nós conosco e daí!

E agora
Imagine-se no Reino de Avelã
Ilha ou Continente
Acessíveis só e tão somente
Ao impériodas Fadas
Príncipes e “Duendes”
Afeitos aos milagres da fraternidade, e do “Amor”.
Afeitos a esta sinceridade transparente
Aonde a dignidade pede, por favor,
Obesiquiosamente estendam este Tapete
Por onde deverão passar
A imortalidade e a Juventude... Que alimentarão os “fardos”
De seus remanescentes mortais
Mas sem esquecer jamais que sempre será assim...
Todos por um
E um por todos, e sempre.
E que nenhum Vassalo ou Rei
Sejam esquecidos em qualquer Margem
Ou que depois de mortos sejam esquecidos
Não! Nos Reinos de Avelã existem Elos
Elos! Que nunca! Jamais! Serão desfeitos
E se a divergência faça-se presente
Todos serão por todos... Não por um
Diferentemente dos Reinos de Avelãs...
Que dos Avelós trazem os venenos
Como este que; quê de Cotesão fez-me Cativo,
E tenta ainda impor
Em cada um que pense... Um Cabestro
E que do “Silêncio” venha todo acato
Mesmo os Acatos descabíveis
Mesmo os absurdos dos Acatos
Que se resguardam em Súmulas
Vindas dos “Rasgos” e das “Respingelas dos Artigos”
Na “Musculação” fática dos enfáticos
Excepto os factos
Que não dêm respaldos ou não se respaldem
Na Natureza íntima
Das Unanimidades imperceptíveis
E no Reino de Avelã... Macunaíma
Que reina pela primeira vez... A Selva é sua
E no Reino de Avelã... Cadê Ester meu Deus!
Quando a Vela é posta perto a Cama
E na Noite que o Vento soprar
O Mato vai xiar
E a Mata será queimada
E que a Terra trema
Pois no Reino de Avelã... O Saci Pererê virou Autista
Perdeu a autoridade
Já nem assombra mais
E nem pode mais usar o seu Cachimbo
Poluirá o Ar
E seria o primeiro suspeito das queimadas
E para não mais andar demais
Nem dedurar nós outros
Até suas Muletas foram confiscadas
E para quê?
Pois se Folclore fosse poderia ser... Uma Murralha
E se Política seja poderá ganhar... Status de Montanhas,
Quando amanhã
Não reste uma Árvore só... Na Cordilheira
Pobre Maculelê! Nem brilha mais,
Perdeu “Porrêtes” e “Espadas”
Sequer será escudo
Neste País que doravante será
De... Alice no Reino das Fantasias;
De onde nem Rapunzel terá a mínima chance,
De ver seus cabelos crescerem... E fugir
Pois o resto será... Jeca ou Cabrobó
Peão do sonho de ser... Fracasso de “Boiadeiro”
Fanático do Futebol
Amante de “desabrigos”
E do Narcotráfico... A Mula
Que corra qualquer perigo
Quiçá! Que fosse pelos menos,
Rampeiro de “Pé de Serra”
“Orelhas Sêcas” de Ofício
Grileiros destas Currutelas de Garimpos
Posseiros destes Seringais
Que tantos singram
Nesta Navegação Ecologista
Mas eu não queria isto do Povo Brasileiro
E vê-los
Pérrapados nestas estradas, ou perdidos,
Com medo do rasgo do grito agoureiro
Que a “Rasga Mortalha” deu
Do canto da Acuan que ecoou da Moita
E que por certo aceite
A predestinação de seu destino
E treme-se ao pensar que a Ema cante
Num Tronco de um Juremá
Por que a Ema quando canta
Trás no canto... O encanto do azar
E diz:
Será meu Deus! Lorena
Que até o nosso amor
Que um dia nasceu
Naquela “Virada da Montanha”
Virá se acabar
E o “Carnaval” será só transmitido por Canal
Que poucas Parabólicas tenham o acesso
E qualquer coincidência é mera semelhança
Quando não podemos duvidar das evidências
E se amanhã você se inculcar ao Telefone
-Alô! É você?
-Sim! Sou eu!
Duvide deste Aparelho... E desligue-o
Pois ele só quer saber se você viu,
A Morte daquele último Cadáver
Ou se você ainda vive; e onde.

                                  Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: Como em, “A Antítese” do Oh! Jogo as Cartas na Mesa. O que um homem possa esperar (ele Médico) de uma Câmara Especial de um Tribunal Superior de ética Médica de um Conselho Federal de Medicina que se posiciona assim independente da realidade dos fatos os quais os destinei para conhecimento público tamanho o descaramento da decisão quando em Ementa é arguido: Ausência de Contraditório. Inexistência de Indícios de Infração Ética. E complementa... I – É dispicienda a participação das partes nas oitivas de informantes por ser  a  Sindicância meio sumário (digamos: “um supositório”) e inquisitório de investigação de indícios de infração, onde não há dilatação probatória exaustiva. II – Não há delito em decisão que envia para instância administrativa (faltou a colocação: Superior) assunto que não é de sua alçada {Mas esta foi decisão do CRM/RO, que desaforou o Processo desde o início, e os Recursos são Direitos previstos nas Legislações. III – Preliminar rejeitada (queres mais o quê?). IV – Recurso de Apelação “conhecido”(me engana que gosto) e negado o provimento.
E desta forma são anistiados:       Cláudio de Paula CRM/RO 824, Carlos Roberto Vieira CRM/RO 1.150, Inês Motta de Morais CRM/RO 307 (Que nada tem a haver com nada a não ser: querer-me tapiar, e não responder por sua responsabilidade, por medo de agir), Maria Melisande D. Pires    CRM/RO 513 (Na Missa sem ver o Padre; pobre subserviente), Dr. Wagner Gregório CRM/RO, o intelectual que ainda busca na positividade, ou na negatividade dos Testes de Mitsuda em desuso há mais de Vinte Anos, o perfil ou fiel traço Patognomômico dos diagnósticos de Hanseníase: e com um agravante a mais; nos Testes de Semmes Weinstein previstos pela Dra. Kasuê Narahashi, a prova fidedigna da incapacidade física por Mal de Hansen; e que dispiciendam-se (Palavra bonita!) as Eletroneuromiografias e outros recursos da Medicina Moderna... E não somente você Maia Vinagre! É cúmplice desta Comédia no voto de confiança concedido a um Relator desqualificado para a condução do Recurso, quando na própria apresentação das Atas e dos Documentos; constam Fundamentos de Incapacidades: sem contar com a omissão da apresentação de uma Jurisprudência Médica efetuadas pelos Profs. Dr. Othon Bastos, e Dr. Everton Botelho Sougey da Universidade Federal de Pernambuco, sem contar com o Ofício nº 5130/SEAD/RO respondendo ao Ofício CREMERO nº 0918/2007 que cita a Data de minha Admissão, 14 de julho de 1983 que me conduzia à condição de Funcionário Estável, e na relação dos mais antigos deste Estado, e salvo por Alínea Constitucional do Processo de Demissão de mais de 10.000 Funcionários Públicos ocorrida no Govêrno de Abreu Bianco; e que no Ato de Exoneração ocorrido em 12 de Maio de 2005 conforme o DOE nº 0272 de 12.05.2005, a própria Junta de Saúde deste Estado, constituída por Médicos, dirigida por Médico, teve a covardia de ler sem nem questionar... O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDôNIA no uso de suas atribuições Resolve: Exonerar, a contar da data da Publicação, o servidor Ademar Raimundo de Barros do Cargo de Médico, do Quadro Permanente de Pessoal Civil do Estado de Rondônia, lotado no Centro Tropical  de Rondônia, cientes de que eu estava sob observação desta própria Junta Médica de Saúde, e que logo após foi diagnosticado como portador de Tuberculose Pulmonar, e Hanseníase, e subsequentemente as Sequelas e Recidivas que vieram a seguir.
E Para que não se recite mais este Poema...
AgRg no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 436.496 – RO (2013/0388722-4), RELATOR, AGRAVANTE, ADVOGADO, AGRAVADO, ADVOGADO... EMENTA.
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. FUNDAMENTO DA DECISÃO AGRAVADA INATACADO. SÚMULA 182
Que do STJ possa vir
Agravo regimental que não impugna fundamento autônomo pela decisão agravada para não conhecer do agravo em recurso especial. Aplica-se a Súmula 182/STJ. Agravo regimental não conhecido
Pois os Agravos orientados nos Art. 524, e 535; são respectivamente,  
Resumidos assim
COM A EXPOSIÇÃO DO FATO E DO DIREITO
COM AS RAZÕES DO PEDIDO DE REFORMA DE DECISÃO
E SE HOUVER, NA SENTENÇA OU ACÓRDÃO,
OBSCURIDADE OU CONTRADIÇÃO;
 OU OMITIDO FOR
O PONTO SOBRE O QUAL SE PRONUNCIOU
O JUIZ OU TRIBUNAL;
PONTO FINAL... É MOTE LITERAL
NÃO CABE REVISÃO A NÃO SER SONHAR
NO “FIASCO” DA SÚMULA SETE

Mas para evitar que novamente o lado emotivo se promova, e que a Dramaturgia seja posta a prova, provo minhas razões para aqueles que violaram o Direito Universal da Igualdade.
(Procurem na Apelação Cível 100.001.2003.009690-0, origem: 0012003009690 Porto Velho 1ª Vara da Fazenda Pública); Apelantes: os Drs. Edna Oliveira Bento de Melo Martins e Nehil Alvarenga Lisboa filho, que em legítima defesa do Direito apelam em desfavor do Estado de Rondônia, e não venham depois dizer que não provei o Contraditório. EMENTA. Administrativo. Médicos Militares. Cumulação de Cargos. Compatibilidade de horários. Legalidade. É legal a cumulação de dois cargos da área de saúde, de oficial médico militar, quando existente a compatibilidade de horários.
ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, na conformidade da ata de julgamentos e das notas taquigráficas, em, DAR PROVIMENTO AO RECURSO NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR.
Mas eu não tenho só comigo as Jurisprudências destes Apelantes: tenho as Jurisprudências fornecidas aos colegas; Maria Mlisande Diógenes Pires, Ivo Lauro Dikow, Nilson Cardoso Paniágua; e que seguem orientações diferenciadas da destinada a mim: quando estávamos no mesmo Rol, e no mesmo “Crime”; e tenho a impressão de que alguém a mais foi anistiado, mas estas Jurisprudências não chegaram a minhas mãos, nem a minha que não consegui obter através da Advocacia. Uma Liminar que me facultasse o Direito a Lei.
Acho que seja comum o comportamento dispare de um Tribunal, pois sempre a unanimidade seja prejudicial (até certo ponto), mas imaginando-se a imagem de um “Crime” que inclusive foi permitido pela própria desorganização deste Estado, competeria pelo menos que a Lei, orientasse a decisão para a própria Legislação Militar que diz: é inerente aos Comandos Militares encaminharem para a Reserva Remunerada ou não, os militares acusados em crimes de acúmulos de Encargos; e não, a própria Lei criar o clima de disparidade aonde possa existir: aqueles que podem acumular,  aqueles cuja destinação seja o STJ em Recurso Especial, e aquele que é exonerado Administrativamente pelo próprio Estado mesmo que  esteja doente, e que não tenha a faculdade de vidência para prognosticar o obscuro existente na casualidade de seja qual for o desfecho das casualidades mórbidas que vageiam no âmbito das probabilidades (e ser forçado a fazer uma opção numa ocasião como esta – coisa que não fiz – nem autorizei ninguém fazer); e desde que meu próprio Advogado não possa aferir a Ètica neste conflito de Jurisprudências, deixem ou possam considerar já que o momento exige: que pelo menos possa advogar em causa própria (o que posso fazer) por não ser Advogado, e nenhum outro poderia ser subestabelecido devido este impedimento que não lhes permite a combatividade... Mas pelo amor de Deus! Não me acusem do exercício Ilegal da Profissão, pois conscientemente a minha profissão é Médica.
SEM MAIS

Dr. Ademar Raimundo de Barros.