terça-feira, 8 de abril de 2014

Arquivos de... Poesias Vivas

Arquivos de... Poesias Vivas




Vocês, que me queriam assim... E até agora esperam


Por que me viam assim... E até agora calam


Pois continuo lúcido
E não desesperado...
Bem que tentaram sim!
Mas vocês ficaram... Em desespero
E pusseram em prática
O exercício impróprio da Loucura


E quando me viam assim...


Ficavam loucos
Por que não viam em mim... Sinais de embriaguês
Nem o olhar de “Peixe morto” dos Dopados
Nem a Midríase atípica dos “Noiados”
Nem o Nistágmo
Nem a Anisocoria imprópria
Que possa acompanhar
A Coreografia das Impregnações Neurolépticas


Ainda é cedo, e vejo-os transtornados;


Confundem Beatles com... “Pedras rolando”
Oníricos!
Dançando Roque em rítimo de ‘”Xaxado”
E! Zine-Zaine!
... A minha nota; é zero.
Zero pra “Porto seguro” de baixo calado
Zero... Pra “Altos Calados” de Portos Seguros
Zero!
Para quem me quer impor silêncio
E zero... A quem me quer; como “criado mudo”
E iludir com esse olhar “desmilinguido”
Mas parecido
Com quem apareceu com a expressão;
Meu povo sofrido! E...
Oi! Coitado


Hilários
Esterótipo político em exercício
Quando não; a fisionomia típica de Artistas.
Discípulos dos gestos
Apóstolos das palavras
Exímios... Réus confessos das promessas


Até de Cristo transformaram-lhe... O rosto
E minha Santa Ceia... Meu desgosto


Até de Munch vocês modificaram... “O Grito”.
E imaginem o meu... Tão censurado
Mas sem esses trejeitos duvidosos
Perfídia de Cínicos,
Desses efemerídios seres convictos de si
Que confundem “espanto”... Por encanto
Como quem receba a “Pomba Gira” na Umbanda
Salve Iancã! Em Ás de Espadas
Como quem recebe Exu... Lá! Na Kibanda
Salve! Sete Encruzilhada como o Sol
E em Ás de Copas
Salve Odé!
Oxoci é Rei! Que manda
Iemanjá Parreia
Salvem! Meus Orixás
Salve meu Pai; Xangô!
Dança meu Omulu
Nãnã! Mareia


Ah! Soslaios!
Quantas podridões íntimas; ocultas.
Que me faculta a réplica
- Um dia vocês encontrarão também,
O quê... Procuram.
O que procuraram em mim, mas não acharam.
Por minha coerência consistente
Por minha resistência inconteste
Por litigar de forma persistente
Contra... Essas Oligarquias de “Elites”
Por minhas origens
Por minha própria natureza, e descendência.
Que não posso esquecer
Por que nasci, vivi; e quero morrer;
Pobre como sempre fui
Mas orgulhoso de si... Sem vaidades
Quando ainda me resta
A vaidade de ter sido pobre
Essa herança bendita de meu Pai
Da minha Mãe
Dos meus irmãos
Dos meus familiares, e de meus amores.
Que não me arde as Veias
Que não gela meu sangue
Que me mantém altiva... A Face; a Fronte.
E que mora no meu sangue circulante
E poucos são aqueles que me seguem
E outros (mesmo pobres)... Não me entendem
É índole!
Permitam-me asssim seguir
O caminho que me propus...
Mas não me julguem



Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Dialética responde-se por Dialética; informações, por informações; e contra informações são respondidas por réplicas. Entenda-as, quem as possam entender; mas procurem ter o mínimo de conhecimentos, para que possa vir admitir que esteja lidando com um Asno; e principalmente quando este suposto “Asno” seja portador de algum conhecimento: que mesmo na condição de “Jegue”, ou “Jumento”; ele não saiba como, a quem, e quando; deva escoicear... Até “seu Dono” (se ele merecer), e se fizer de Doido; ou “abestalhado” pensar, ou supor; que todo mundo seja abestalhado.
Não entrarei em detalhes, pois meu QI é médio; não é mínimo, nem é máximo; ou... Nem é baixo, nem é alto; nem sou Barco... Que precise de Portos por Calados.
Por protesto!
Mas por muitas razões, e por inteligência: porstergem as CPIs previstas (Petrobrás, PSDB, e outras) para momentos após a Copa Mundial de Futebol, pois devemos em nome da Segurança Internacional assim proceder: por que já vivenciamos manifestações de “Independência”, e de “Soberania” (sob consentimentos), e jamais! Teremos uma Democracia Sólida; construída e estruturada: sob a incoerência de Chantagens, e respaldada no princípio impróprio do oportunismo; aonde a Anarquia venha sobrepor-se a Constitucionalidade.
E tem mais! Respeitem todas as Nacionalidades que estejam aqui, independentes da Cor, da Religião, da Raça, da Sexualidade, e da Ideologia Política; e principalmente da qualidade do seu Futebol: e haveremos que ser cônscios de que; outrora fomos Campeões nas Pátrias deles: e nem por essas razões, fomos mal recebidos; ou mal tratados, e sim; aplaudidos em todas as conquistas.
Esqueçamos, pois o (nosso) momento Político atual; por que eles não são os responsáveis pela corrupção que de há séculos vem: impregnada na própria cultura Brasileira; hoje responsável por este inferno denominado desequilíbrio social, e não venham aqueles incautos, e “falsas Bandeiras” Sindicais: que buscam ser mais um, cúmplice de tantas “Távoras Redondas” Facciosas, denegrir a imagem da Nação quando esta assume a condição de Anfitriã de um Evento de tal porte; e se envergonhar perante os Hóspedes, e diante de uma Baderna programada.
Deixem para lavar a nossa “roupa suja” (e diga-se: muito suja) após, e com cautela senão: as Cores; Verde, Amarela, Azul, e Branca: já acostumadas a tremularem juntas as Cores; Pretas (das facções), e Vermelhas (da ilusão... Camaradas!); poderão ficar a “meio Pau” (em luto), pelo sangue derramado por irresponsabilidade de “algumas cabeças”, que apenas irão aparescer quando a carnificina for concretizada, pois pagar para uma minoria do povo ir as Ruas é uma coisa; e arregaçar as “mangas”, e ir com o povo para as Ruas; é outra coisa... E a recíproca (se haja associação com a Criminalidade), é lamentavelmente mais autêntica, e mais verdadeira.
É minha opinião, mas quem não quiser acatá-la... Assuma-se.
E quer mais Brasil!
Só Deus conseguiu construir o Mundo em seis dias
O que nós não construímos em “seis anos”
Nem conseguiremos construir,
Em Dez a mais
E todos... Acordados
Uns fingindo ver... ”Que vejam outros”
Quem ergueria o Ás... De Copas não; de Ouro.
Tudo dentro dos conformes... Combinado
No Sábado Deus dormiu
O homem não
Digamos... Descançou
E os Domingos ficaram por conta
De Festas
De Rinhas
De Galas
E de Loucuras
Sodoming! Gomodmins! (É uma mistura de Letras... Sem “significado”)
E neste lapso de cochilo
Lúcifer!
Que era; Príncipe de Deus!
Conseguiu construir toda essa Orbe
Homens sem coração
Alma volúvel
Adeptos da corrupção, e da desordem.


Dr. Ademar Raimundo de Barros.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Em dúvidas use... Pro Réu


Em dúvidas use... Pro Réu



(Seria um comentário, mas foi transformado em postagem)
Mas esta empatia com os menos favorecidos, ou com “subalternos” por assim dizer: nunca chegaram a se caracterizar como relações pessoais, ou interpessoais; onde se possa confundir; quem é a Prostituta? Quem? O prostituído, ou de quem será esta “Bandeira” ideológica; moral, ou amoral, imoral, ou política, ou apolítica, mas existencial; de tão atípica e sofismática que ela é.
São essas, as meras coincidências vivenciadas pelos “solíderos” que a Maçonaria não aproveita; que instintivamente sem medir consequências, sai a distribuir gratuitamente; a própria energia mental dos sentimentos acumulados pelas circunstâncias, e os destinam para a causa mais pobre; por que há várias razões que se justifique.
Assim me conduzi no exercício da minha Medicina; e por onde eu andei, e continuaria sendo assim; se eu pudesse voltar. Qual a causa que me afastou do Sistema Presidiário de Porto Velho (SUPEN), aonde não consta nenhum documento que venha confirmar a minha Agregação, e o que viesse acontecer com a minha vida, nada me ampararia com relação à Periculosidade circunstante; e um Caguete mudou o rumo de tudo com se mágica de Oz; e o feitiço fez jus aos feiticeiros.
Ele não era bem visto nos Pavilhões “pesados”, e não admitia o meu “Eu” médico, relacionado a dois Narcotraficantes (que eram donos de um Complexo de Farmácias), e que foram presos por deduragem “grossa”; mas que tenha eu a haver com isto? E se eles me convidavam para almoçar quando preparavam uma “Peixada”; eu não fugia ao convite. Fazia-me presente, tomava “cafezinhos”, fumava meu cigarro com eles; e mantinha “um papo” a meu gosto, e compartilhava aqueles instantes, e talvez... Um pouco de “liberdade” para eles. Quer valorizar um homem? Conceda-lhe um pouco da sua confiança, mas nunca disfarce que seja amizade, pois não sabemos do amanhã, nem sabemos o valor que um “bandido” possa nos dar, quando encaramos as adversidades; e dele poderemos ouvir... Não! Esse não! Esse é meu!
Precisamos compreender isto; não como convivência íntima com a criminalidade (mas por sobrevivência), e medir a extensão de cada crime, pois até as Personalidades Psicopáticas precisam ser compreendidas no âmbito de suas complexidades: e não nos custa a busca incessante pela solidariedade humana, ao bem da fraternidade em qualquer situação, ou ambiente; e nunca ser o Pomo da discórdia, da ódio, da tortura, e da ignorância; mesmo como responsáveis pela manutenção da ordem, e da segurança; mesmo na condição de guardiões da honra, e da dignidade, e responsáveis pela própria justiça, mas dentro dos limites de tolerância os quais são marcos, ou limites de um conceito primitivo... A liberdade da vida, mesmo para aqueles que por alguma razão, vivam na “ausência relativa desta”, mas afastados da Sociedade.
E colaram o “Dedo duro” em mim; Pombo Correio! Cobra criada! “Fido Dido” do vício com a cara de “Leso”, que por deslise teve o seu castigo no Sistema; pois teve sua “boca de fumo” estourada, e caiu, mas queria voltar fazendo média, ora entregava um, ora dedurava outro; era o intermediário entre estes dois mundos; Cobra de dois covis; Cabra de “três palavras”.
Primeiro entregou-me uma mensagem: ‘Não entre mais nos pavilhões, pois você está marcado pra morrer: por que por você ser um médico: isto chamará a atenção da opinião pública nos Jornais, na Televisão. Chequei a situação, e “meus amigos” confirmaram... Sim! Mas um deles me confidenciou: “muita coisa vem de onde menos se espera”; e o tempo mostrou que o Cagueta estava com a razão. Ele era Cabeleireiro por ofício; eu havia feito uma visita domiciliar para atender em sua residência, uma filha que estava doente, e mesmo sob guarda me acompanhou, e nesta oportunidade tive a oportunidade de sondar, as necessidades passadas por aquela família: e o que mais me sensibilizou foi um pedido efetuado por outra sua filha.
Conversei com a minha esposa: e compramos um Kit para cortes de cabelos, e ele ficou muito agradecido, pois a preços módicos, e sob o consentimento da Direção, ganhava algum dinheiro para as suas próprias necessidades, e de uma forma ou de outra, conseguia ajudar um pouco a sua mulher. Deliberadamente duas vezes por mês (acompanhado por minha esposa, pois eu não queria o conhecimento dele, nem de ninguém), nós entregávamos uma cesta básica para aquela família.
Depois de algum tempo ele me aprontou a última: em código Hebraico que eu pensei “de Grego”; eu havia tomado dois Conhaques, mas eu estava bom,e não estava bêbado; e mesmo assim: com todo rigor imposto ao Réu, ele me entregou ao Diretor, sob a alusão exagerada de que se atendesse a alguém: eu poderia colocar esta vida sob risco, e o Diretor que me cognominava de “bonzinho”, assim me interpelou:
-Você está sabendo que o Ambulatório Médico irá funcionar nas proximidades dos Pavilhões de Risco?
- Não Senhor! Apenas ouvi algum comentário.
- O que você me diz como opinião?
- Que não concordo senhor?
- Concordar ou não, o problema é seu; mais vai funcionar.
- Mas o senhor não me solicitou nenhum relatório Técnico.
- Com toda lealdade senhor! Já tenho quase quatro anos trabalhando aqui, e nunca discordei de nada, mas em nome da Igualdade de direitos, e deveres; e em nome da antiguidade prevista na hierarquia Militar: um mais “moderno” poderá me substituir, no que discordo, pois tomei conhecimento que um Oficial de Saúde morto em qualquer dependência deste Presídio: é a ordem maior, pois causará mais repercussão na Mídia de modo geral, e por este conhecimento, eu me oponho, mas desculpe-me senhor!
- Você bebeu?
- Claro meu senhor! Mas não ao ponto de confundir, o certo, e o errado.
- Você está afastado Ademar! E pode se apresentar a DS (Diretoria de Saúde) amanhã; por favor! Pode se retirar!
-Quem lhe deve este favor sou eu senhor! Permissão para retirar-me; e saí... Mas as coisas passavam na minha cabeça como uma condenação, e ao entrar no péssimo consultório médico improvisado; o Cagueta ria para mim: como se estivesse agradecido, e somente após alguns instantes, é que pude entender o significado daquele sorriso... Ele havia me retribuído o que fiz, mas da única forma que sabia fazer, e chantageando ele me afastou daquele inferno.
Consegui retornar ao hospital de origem sob a alusão de ser “muito bonzinho”, e que possivelmente usaria por álibi a embriaguez, como defesa em qualquer hipótese de acusação por insubordinação; porém o testemunho do grande Cagueta seria de grande valia, pois ele havia afirmado na deduragem: que eu não reunia condição de atender a ninguém, e que colocaria em risco a vida de qualquer detento.
Para minha surpresa nenhum Médico foi designado como substituto, pois habilmente conseguiram por unanimidade a conotação de falta de condições de trabalho, mas o que me deixou mais indignado foi um “Deveis informar”, e em seguida ser designado para responder em Conselho de Justificativa e Disciplina; constituído com a finalidade precípua de me excluir; numa Sindicância “Bem Dirigida”.
Querem mais? Querem a continuação? A luta Pelos meus Direitos foi tão longe: que até os “colegas médicos” que me prejudicaram; saíram prejudicados na tentativa de continuarem com dois empregos (mesmo dentro da legalidade existente), e que para apenas dois (pois pertenciam ao IML, e agregados ao Tribunal de Justiça do Estado), conseguiram manterem-se nos Encargos: convenhamos; no mesmo Crime de Acúmulo: quando somente eu fui demitido, e para os demais que se mantiveram por recurso que perderam no STJ, restaram Acórdãos... Salários congelados nas duas fontes... Eu! Adoeci; em meio de Depressões e Ociosidade; em meio da subserviência e medo dos próprios Médicos: que negaram até o fim; a autenticidade das minhas Doenças, para não se incompatibilizarem com o Sistema. Mas me resta este Vídeo para comprovação deste depoimento; não se passou um mês para se confirmar o que aquele Cagueta “cria do Narcotráfico, pequeno traficante”, e meu amigo; havia me avisado; mas “outros” dos Pavilhões “Perigo” eu chequei... Muitos não queriam a mim; queriam outros, e no Vídeo consta o que aconteceu no Urso Branco/RO.




Certo dia em 1984/85, uma Operação inopinada da Polícia Federal invadiu Costa Marques/RO. Bateram, e prenderam diversas pessoas do local, e por Ordem Judicial, todos foram encaminhados para a Unidade de Saúde daquele Município. Segundo o Delegado da Polícia Federal, um Médico da Unidade era procurado por suspeito, e era cognominado por Elias (O Anjo). Os supostos presos havia que se submeterem a exames de Corpo de Delito, e estes exames deveria ser efetuado por mim: e passei aquela manhã inteira neste “entretimento”. Sei que as Polícias têm técnicas de bater que nunca deixam marcas, e eu nunca naquela época, e naquele local, poderia contar com exames de Ecoressonânciamagnética; mas conhecia uma réplica constante no Direito... Em caso de dúvidas... Pro Réu. E assinei perante a indignação daquele Delegado de Polícia Federal (em todos os Laudos Periciais)... Houve agressão Física e Psicológica; e vi o Delegado diante de todos os Agentes, dá um “murro” numa mesa, e se dirigir para mim.
- O Senhor está do lado da Justiça, ou dos Bandidos? E eu lhe respondi:
- De nenhum desses lados meu amigo! Estou do lado da Medicina, a qual me propôs escrever a verdade, a qual me propôs agir em caso de dúvidas; de não prejudicar outrem, de não ir além de minhas capacidades: mas se lhe deixo dúvidas, é de sua competência em nome da Lei; até prender-me: e nos conduzir para uma Instância capaz. Tem mais! A Justiça vai: satisfeita, ou não; porém quem vai ficar aqui sou eu, para me justificar aqui diante dos familiares dos “bandidos”, ou diante deles, quando eles voltarem. E se eles forem inocentes? Quem da justiça vai ter dó de mim! Não posso contar o resto da história, ele é segredo... Os envolvidos sabem! Sabem sim!


Sem mais, um abraço dos: "Anônimos da Poesia e da Arte".

segunda-feira, 31 de março de 2014

Constelações, Astros e “Asteróides”!

Constelações, Astros e “Asteróides”!



Deixem-me vagar por esses Mares
Por esses “Mundaréus” de Oceanos
Sem que a mim seja, importante o rumo.
Sem que eu me importe... Quem sejam seus donos
Que eu seja Órion... O “caçador humano”
Seguindo Normas... Seus Esquadros
E no compasso de Cícinus
Curvar-se a Rainha, e rever Cepheus meu Rei.
Sem ofuscar o brilho de suas... Coronas, ou Coroas.
E beijar as mãos de Andromeda... A Princesa






Pouco importa a mim
O que importe a Apus... Ave! Do Paraíso
Aonde a Águia possa ter também... Seu voo soberbo
Que faça o bom Pastor, se a Ara está aberta...
E o Cinzel reclama por Carneiros
A não ser pedir
Auriga! Faça
Os Cães de caça vêm! Não vês?
E Aquila; mal, Centauro viu, nem viu Ceteus.
E já levantou... A Taça.





Deixa-me navegar por essas Ondas
Por essas águas por momentos... “Brisas”
Mas em segundos... Viram Tempestades
E se a Carina quebra
E se a Carena encalha
E se a Puppis se racha
De que me valha à bússola, ou a Sagitta.
De que me valha a Vela sem a; Vigo.
Ou! O que possa valer... A Lyra sem Orfeu
Perante... Hydra, Hydrus, Ophiuchus, e Monoceros.




Deixa-nos vagar por esses elementos
Que Deus deixou ao Homem
A Terra, o Ar, a Água, o Fogo.
Para que cada um... Sinta o “gosto”
E de onde Serpens, e Lacerta... Dão seus botes
E aonde Leo, o Leão, já não faminto.
Diz pro Lionete... Instingando o Instinto
Pega a Lepus! Antes que Lupus a pegue
Como possa também pegá-la... O Lince.
E bem distante de Libra... Que constate.




Deixa-nos voar por sobre os Montes
Por sobre Cordilheiras... Nos Picos de Neves
Ursa Major mandou
Ursa Minor cedeu
Seu topo além das nuvens
E o Cão Menor falou que o Cão Maior lhe disse
Columba vem, e quer... Ouvir a Zeus
Sou Tum! Procura o Sagitário Arqueiro
Diz a Perseus que Pergasus está pronto
Pois no Monte da Mesa; Mensa... Não quer Musca




Diz pra Pavo dançar... Sculptus ama
Diz pra Pictor pintar... A Vulpecula
Mas não esqueça outras, pois Taurus não gosta.
Gemini já nem quer que... De Drago não esqueçam
Nem esqueçam Eridanus, nem de Grus... O Grou
Nem esqueçam... Cygnus, nem Fornax.
Nem esqueçam Delfinos, nem Dorado.
Nem de Pices que gosta de Aquário
Nem do homem do tempo... O Relógio
Nem de Hércules, o ser... Filho do Mito




Deixa-nos sonhar, nos iludir... Quem dera!
Bem antes que; Era ameno venha,
Ou que Era Divano possa vir
Quando o Dragão irrite-se com a Águia
Ou a Serpente unir... Cauda e Cabeça
E o Triângulo Austral desapareça
Em meio a Corvos numa revoada
Caranguejos mortos... Infeliz andada
E o Sextante vê
Que o Oitante rir




Perdeu-se navegador?
Os bons! Encontram os caminhos de volta
Indus perdeu-se um dia numa rede
E com a Cabeleira de Berenice
Fez armadura igual... A vestida por Mei
Sem Ouro, Prata, e Bronze... Mas refletia a Luz
Igual as Fênix... Ilusões “queimadas”
Rema Navegador
Do Túnel de cada Onda faz a Estrada
Faz como Mei; conquistas Doze Casas... Vais!




Comentários do Autor: Talvez seja o único a dar satisfações ao que tento poetizar; talvez por ser audaz; talvez por ser direto; talvez por ter a coragem de “bater de frente”, por não saber: “Bater por trás”, e dizer o que penso sem subterfúgios, sem sorrateirismo, e sem ser apócrifo, e sem sofismas: e acima de tudo: sustentar-me na verdade.
Imaginem que mal me proponho a escrever este comentário, a Mídia Televisada apresenta a público, inquietações vindas da China: com relação a movimentações do Exército Chinês em “direção” à Tailândia, sem contar com o possível envolvimento de: Laos, Camboja, Vietnã; e quem saiba até: Formosa, ou Taiwan.
Horologium! O relógio não pára; e o tempo pode “escorar”, mas o tempo é tempo, é tempo... Não pára.
E se o Dragão irrita-se com a Águia?
E se a Serpente unir... Cauda e Cabeça?
Vira Naja!
E se o Triângulo Austral desapareça?
O que possa sobrar?
Uma revoada de Corvos e de Gralhas
Uma Alcatéia faminta e coletiva... Onde Humanas sejam partes contingentes.
Um coletivo de Urubus diferenciado... Onde os “Bandos” serão também Humanos.





Quero pedir minhas desculpas a Google Chrome, por “navegar” também na Firefox, pois o meu momento financeiro, em função de um Processo de Perseguição (insolúvel nas Instâncias denunciadas), não me permite “abrir” um Site de relacionamentos: e o espaço relativo aos Blogs, ficou “estreito”, e a Saturação vem: de forma inquestionável; e subentendo Co-Irmães; todas as redes de Navegação, e se me for permitido: procuratei outro espaço (sabe lá Deus!), na Windows/Android?/iPad? Chaves destas “Janelas”... As namoradas da Humanidade; que sem elas, a Comunicação ficará às Escuras.

                                   Dr. Ademar Raimundo de Barros.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Meu último Poema

Meu último Poema



Que me importam... Gregos e Trianos
Ou que me possa importar... Sodoma e Gomorra
E que eu possa dizer de Hiroshima
E nem de Nagasaki... Outrora
Que me importa o véu que cobre... Gênesis
E que me importa os Céus desses Apocalipses
O que importa viver se não existe
Uma lágrima sequer de dor
De qualquer olho
Que possa vir cair por comiseração... Ou Piedade
Que importa arguir, se sou “caolho”.
E por ser caolho... “Vesgos”!
Meus pensamentos
Que me importa o passado, o futuro.
Quando eu busco, e não consigo ver... Nem o momento
E nem enxergo mais
Pois “cego”... Transformei-me num Espelho

E imaginem se... Meus pensamentos voam
Num passado remoto, e tão distante.
Quando uma aldeia despertou... Era manhã
Tão cedo, e seca.
E no horizonte... As Miragens desérticas
E várias tribos moravam ali
Eram caçadores... Coletores nômades
Mas tinham fonte de água doce... Fresca, e pura.
Não conheciam nada de agricultura
Mas esculpiam em pedras; pedras duras.
Dizerem legíveis
Olho por olho, e dentes, por dentes.
Numa comunicação pictográfica
E talhavam pedras
Pontilhavam ossos
Afinavam pontas de madeiras
Eram suas flechas... Suas armas

Mas como sou espelho, as imagens... Capto-as
E na função de espelho... As reflito
Os seus reflexos não me diz... Respeito
E às vezes lembro-me... Rostos esquisitos
Uns! Riem de mim
Outros! Meros Narcisos
Olham só a si
Beócios, ou Boçais.
Pelas suas supostas belezas
Aguerridas... Aos insofismáveis instintos de orgulhos
Alguns... Caricaturas de fisionomias opacas
Ridículas criaturas
Ensimesmadas de... Arrogância, e ódio.
Mas busca no espelho descobrir
Ou esconder... ‘Seus “Brilhos”
Nele pode pensar
Que seus brilhos... “ofuscam”
Que seus brilhos... Brilham
Podem fingir pra si... Eu sou
Pode mentir pra quem... Tu és
Pode até dizer quê... Que é aquele quem
Mas não podem dizer... Nós! Somos nós.
Alguém possa ouvir, e se opor.

E um Besouro zumbiu sobre as tendas
E uma nuvem! Aurora Boreal cobriu os Céus
E um vento forte varreu, soprou... Levando tudo
Crianças gritavam
E os animais se agitaram vendo aquilo
E homens, e mulheres... Esconderam-se nas Cavernas
Mas um velho saiu da sua tenda
E pediu aos demais... Não se assustem
Não sentia medo
Saiu de pés descalços
Sobre o chão quente, e arenoso.
Enfrentando aquela tempestade no deserto
Onde a ventania parecia rir...
Dos redemoinhos que fazia...
E daquela poeira que “cegava”
E andou sozinho
Várias Milhas
Por entre trilhas saltitando pedras
Por entre pedras... Saltitando Cobras
Para reverenciar a explosão
Talvez soubesse até... Quem lhe esperava

E são esses sinais
Esses espelhos
Cavalos Velhos... Haras sua raça
Enquanto ronda... O Carrapato Estrela
Na sua lida... Sangue! Suga! E mata
Não veste a roupa
Não empunha espada
Somente incita o nada; para “nada”.
Esperam Noites... Em Céus de sete Estrelas
Fogem do Sol... Espelho que acena

Não era moço
Nem tão pouco... Velho
Rosto maduro
E calvo nas entradas da testa
Barbudo
Os dedos grossos
Tanga de pele de Leão... Era sua roupa
Nas mãos não carregava arma
Nem lança
Nem porrete
E sua espada... Eram suas razões
Sua decepção... O seu Escudo
Sujo! Pela insensatez de seu próprio povo
Mas ele era o Líder
E toda liderança paga pelos outros

Olhou para a Montanha e viu
Quem vinha vindo
- Gabriel! Mestre do Fogo
- Há quantos anos que estamos juntos
- Mas que te trás aqui, nobre Arcanjo?
- Eu! Saúdo-te

Levanta-te! Já basta a saudação
E meu Flagelo de Fogo por enquanto fica onde está
Mas vim para te avisar
Que tua missão neste plano está concluída
E já conclamamos o teu regresso... Aos Sete Céus
Convoque os sentinelas
Que só você saberia chamá-los
Pois todos que vivem no Éden
Deverão retornar a casa de Deus
- Os Arcanjos decidiram
Que os mortais não são dignos de Deus
Vamos esperar o Planeta
Expandir os Polos
Congelar os Mares
Lagos, e Lagoas.
Rios, e Riachos.
E as Fontes terão tampão... De Gelo
E os Oceanos serão... Um só
E não sobrará um só Terreno para manchar a criação
Assim... Como mancharam teu escudo
Em nome de qualquer... Ideologia; Credo, ou Crença.
Pois fomos escolhidos por Deus, para esta tarefa.
- O sétimo dia não é dele; é nosso.
- Nosso tempo
- Nossa era
-Nosso Reino
- Não há coisa alguma acima de nós

E a Palavra... Retrucou o velho
- Esqueceram-se da Palavra?
E o Arcanjo replicou... Qual palavra?
- A dos Mortais?
Eles são fracos, falsos, inúteis, e de natureza malévola.
Assassinos!
Sicários dos bens comuns
Egoístas, e perversos.
São seres livres como nunca fomos
E como nunca seremos
Resignados na função de Castos
Castrados por própria índole santa nossa
Talvez por sua capacidade de gerar a vida
Simulem um tipo de amor segredo
Sublime, sem ser divino.
Mais animalesco; se sincero.
E bem mais perverso; se for falso.
E o que te ofereço é tão simples... Volta
E serás consagrado

E o aldeão como todo Líder... Ponderou
Baixou a cabeça...
Respirou e disse
- Mas não vou navegar
Sei que tudo que provém é bem cruel
Mas eles são seres Humanos... Espíritos indomáveis
Realmente... Muito diferentes de nós
Mas lembraste... Que aceitaram este destino
Como... Aceitamos os nossos
Por esse amor sagrado, e divino.
Que Deus nos deu
E que por amar demais a eles... Prezo-os
- Mas todos que insistirem morrerá em desonra
- Então morreremos
- Escolheremos morrer
- Será para nós... O Despertar

Vou te dar o último aviso... E ameaçou puxar a arma
Retorna! É Uma ordem
E o Aldeão enrijeceu os músculos... E cresceu
E não acreditou, mas viu;
Aparecer
Em sua mão direita... Uma Cruz
E viu a Cruz materializar-se... Espada
Pronta para defender... A sua causa
Pois lhe valia sim!
Pois lhe valia
E das costas surgiram... Duas Asas
Asas da cor da Areia... Que engana
E que crescia mais... Conforme o vento
E o tempo parou
Naquele instante
E das bocas... Os verbos se soltaram
- Só existe um que pode me dar ordens
- Mas ouviu em seguida... Digo o mesmo
- E ouviu-se em seguida... Diga ao mesmo
E o Arcanjo... Desmaterializou-se
Como se tragado pelas nuvens
E a Tempestade; discipou-se.
Mais voltaria depois

Eu bem queria evitar... Que não voltasse
Mas não consigo... Posto não seja Anjo
Nem mesmo Elias
Nem mesmo que fosse Cristo... Ah! Se eles pudessem
E imagine eu! Pequeno e frágil
Contra Anjos... Dos Céus, e dos Infernos.
E sentindo a dor... Que vem de todos os lados
Espelhos de... Humanos, e desumanos.
Fácil de serem quebrados
E transformados em... Cacos de Vidro
Ou pendurados num prego... Para sempre
Sem ver um rosto
Ou sem registrar um sorriso
Mesmo seu
Sem nem poder se vê
Ele! O próprio Espelho.
 
                        Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Vai! E como: “A Prece”; reza, e leva nela o meu último sorriso. Mas diz pra o Mundo quê, o que eu mais desejo é a Paz. Diz que não mais consigo conviver com a intolerância, nem com a arrogância de certas Nações. Diz que não consigo dividir com “anencefalias” da insensatez, a Ideologia dos meus pensamentos; nem consigo somar-se aos “Microcéfalos” adeptos da Guerra; nem por Hipocrisia, ser herói.
E diz que sugeri aos Estados Unidos, a candidatura de Hilary Clinton a Presidência da República daquele País; e complemento mais: tendo por Vice Candidato; um Negro, se por qualquer acaso impeça Obama ser: pois só assim então seremos “símiles”; e a continuidade não signifique o fim; pois eu não quero ver: “Sangue e Areia”, nem “Adeus as Ilusões”, e nem: “O Vento Levou”; nem ser figurinista do absurdo, de um mundo dividido em” Guerra e “Paz” (em ciclos extemporâneos); e disto me comprazer.
Diz que fui buscar em Eduardo Spohr em Herdeiros de Atlântida, A Batalha do Apocalipse (VERUS Editora Ltda), os fundamentos logísticos de um mundo dividido em dois; e que por nossas imperfeições será mais divido ainda, já que a própria vida não nos interessa mais aqui na Terra, daí sonharmos demais com Paraísos; e Paraísos não existem mais.
Diz que conseguimos até! Separar-mos os Anjos de Deus, e que por todos os Santos morreremos: e que eles; no Silêncio de todos os Santos: poderão apenas ter Piedade de nós; e novamente, assim como fez Jesus: proferirem de forma parecida... Pai! Perdoai-vos, pois eles são tão ignorantes, e inconsequentes, que durante séculos, e séculos, e séculos, nunca deram valor as tuas palavras, nem mesmo a aquelas que criptografastes, e entregastes a Moisés; nunca deram valor aos messias Elias/Cristo; Maomé/Tomé, nem a nenhum enviado por ti; antes, ou depois. E tuas palavras viraram negócios, lucros! Por se falar, cantar, ou escrever; e se encaminham para uma última Batalha, pois nas suas “santas ignorâncias” herdarão um Terreno aí nos Céus, e viverão aí do teu lado Direito aonde pensam ter tudo de bom, e de graça, e nada mais farão por toda a eternidade: num Sabbah constante, sem se preocupar com o dia de amanhã, pois lutaram por tua glória aqui embaixo na Terra, e os que não lutaram; trabalharam demais, até! Como Escravos, e merecidamente: nunca! Jamais! Queiram ser herdeiro de Atlântida, nem degredados de volta pra Capela, e ser... Cabra, ou Colcheira naquela outra “Terra”, outra vez... Eu! Heim! Bem que gostaria de estar a tua esquerda, ou mesmo bem atrás de te; pois diante de te eu sei muito bem o que poderias fazer de minha alma, já tão desgastada de pecados: que neste inferno de Terra; cometi.
Aos meus visualizadores os meus agradecimentos, e as minhas desculpas. Pelos erros cometidos, pelos particíos passados, pelos pensamentos ditos, pelos futuros incertos, por não ser mais que perfeito, por sempre insistir no gerúndio, por sempre estar ausente... Sonhando só; não participando do “presente”; sempre duvidando do futuro, e quase sempre... Catucando; catucando; catucando, e só retornarei quando os corajosos tocarem fogo em tudo; claro! Eu aprendi demais com os “queimados”, com os feridos de Guerra em tempo de Paz; por qual razão? Eu não quisesse atender os verdadeiros feridos; mesmo numa Guerra sem precedentes, nem razão.
Sem mais,
Dr. Ademar Raimundo de Barros. 


sábado, 25 de janeiro de 2014

O Conhecimento

O Conhecimento

Em introspectiva fiz
Uma visita a mim
Que não venci... Porém lutei constante
Aproveitei viver
E vivi a vida a cada instante
Depois me vi se transformar
Em grão de Trigo; a Morte.
E a Terra me cobriu... Era, Semente
E Chuva, e Sol.
E Noites, e Neblinas; veem... Aquecem-me
E novamente sou... Broto de vida
Não somente
Sou Planta que cresce... Noutro “pote”
O que pouco me importa; se...
Seja eu Mulher
Ou seja... Homem
Contanto que seja o mesmo
Espécime desta... Espécie
Do mesmo Reino
Do mesmo Filo
Da mesma ordem
Da mesma classe
Da mesma cor não!
A Cor; a Raça, e a Nação.
Só Deus! O Pai que é meu, que é teu...
Decide

Parece-me que estive
No Epi-Centro da Terra
De onde os Ventos nascem
E as Tempestades surgem
Como as Ondas frequentes destes Mares
De onde provêm as Nuvens... 
De onde a Natureza Sábia; saiba.
Mas nunca! Se comprove
De onde vêm os gemidos... E de quem
Neste Mundo de ninguém
Mesmo que
A Kabbalah escute, e cale-se...
Sem dizer
De onde nascem as estrelas
Que se dirigem para os Céus...
Como esses Céus... Que estive
Como semente de Deus
Vida, e Morte! Para sempre... Para sempre
Até que chegue... A Eternidade

Cátaro que sou
Que adimiro a Vida, e faço...
Reverência a Morte
E quem não mais as façam?
Até os réus confessos das chacinas...
Fazem
Em Apologia consistente
Seria hipócrita Deus? Nunca!
E eu seria um grande imbecil...
Sendo hipócrita
Atendo-me as ilusões de sonhos; em negar.
O existencial inexorável
O consubstancial... Exequível
O insofismável estigma dos Enigmas
Ao me atar
Aos iluminismos de eternos... Eus!

Consolos quais
De priscas; Eras veem.
Que nos inconscientes, depositam-se.
O quê... Aos “Subconscientes” não convém
Por incapacidade de aceitação
Desta verdade
Na busca vâ de vê... A Felicidade
Na Pedra Filosofal da longa Vida
Ou seguem sânscritos... De Matusalém
No paradoxo de uma eternidade diferenciada
Dos Corpos Físicos
Com nomes
Com datas
E que a alma deles siga para os Céus
Só para Deus
Sem ver a Luz
Sem se sentir semente
Às vezes Anos
Às vezes Horas
Ás vezes Séculos
Ás vezes Meses
Às vezes Dias
E muitas vezes... Milésimos de instantes
A alma sabe
Que a vida é a própria morte... E segue
Pouco, ou nada saiba... Para onde!
E nada saiba ainda... Quando volte

                                     Dr. Ademar Raimudo de Barros.


Comentários do Autor: Por base para; “O Conhecimento”, introduso dois Poemas; um, em; “Em Resumo”: postado em homenagem a Dom José Maria Pires (Bispo da Igreja Católica), e o outro; postado no Blog Poesia Liberdade, do Poeta Paraibano; Michell Barros Maia em, “Viajem ao Centro da Terra”; mas devo-lhes explicações pessoais da amplitude destes conceitos: baseado no simplório conceito de... Escravidão.
A princípio somos meros escravos da Vida; escravos do nosso próprio Corpo Físico, e se não somos tatuados; somos designados, ou conhecidos: pelos nomes, e statatus; nobreza ou pobreza (extremas, ou “relativas”), nos quais possamos estar enseridos, e filosoficamente a Vida, uma Prisão; escravos da Vida; e a Morte! Uma Libertação... Escravos das ilusões vividas.
Historicamente fomos escravos por várias razões: uma das quais, a própria sobrevivência, e fomos escravos tantas, e tantas vezes, pela nossa própria vontade de ser escravo, como podemos deduzir na definição de Eunucos citada por Cristo, na qual podemos fazer uma equiparação na conceituação de escravos; os mesmos castrados... Uns; assim se fizeram pela própria vontade, ou pelos empregos dos Haréns, ou para subsistir em outras Nações, ou Raças, ou nos Corais dos “Terceiros Carismáticos” na castração de crianças do sexo masculino, na Apostasia concedida às mulheres que naquelas Épocas; era vetada a participação ativa delas, até nos Cânticos rituais das Missas.
Outros foram escravos forçados pela dominação, e pelas violências das Guerras; escravos para não disseminarem o sêmem na mistura de Raças, na tentativa de se evitar a consanguinidade sanguínea, e daí surgiu o Mito de Santo Antônio, representado em ritual Pagã; “O Pau de Santo Antõnio”, não a Filosofia deste; o dono do Hibridisdismo Natural das Raças no Eucomenismo Sacramental do casamento. Mas outros quiseram ser, tendo por convicção convicta; o Pecado Original, pois assim pensavam; que pelo sexo, distanciava-se de Deus.
Outros; escravos por amor, por afeição, por gratidão, pelo perdão das penas, ou por ignorância, ou por passividade, ou pela própria índole, ou resgate de quem a alguém outrora (noutra vida) impôs. Outros! Por subserviência, e outros; escravos da Ideologia, e do Poder; outros, da cor; pelo resgate das coisas do passado, outros; pelo livre arbítrio das causas: aventuras do passado, do presente, e do futuro, outros; no inconsciente da Loucura, ou na Loucura consciente de ser, e a qualquer custo... “Até que um dia a escravidão fez-se representar por outros envolvidos; escravos do Capitalismo exacerbado, selvagem e comuns, em ‘Tribos”: Comunistas, tantos Istas! Que minha lira grita... Eita! Não tem mais fim a Lista.
Escravos das Conveniências, e inconveniências. Escravos das Religiões, ou Crenças, sem aparências de escravidão; escravos dos próprios filhos, escravos da Liberdade, dos impostos, dos pedágios, dos deveres, e do Poder... Escravos até da Morte; escravos ANSI da sorte; assim como as estrelas são... Escravas desses seus Céus, assim como Jó na vida; assim como sou escravo, como tu és, e como todo é; e que para a Liberdade nos resta também saber; que... A Modernidade nos trouxe para um status maior... Escravos da Tecnologia; que pode a qualquer momento (em milésimos de segundos), unir, ou desunir; assim... Explodiu! Acabou; apagou! Explodiu.

Sem mais; um grande abraço; dos Anônimos da Poesia e da Arte, e, Desastrolados do Desconhecido... Dr. Ademar Raimundo de Barros.




domingo, 17 de novembro de 2013

Assez! La Bastille

Assez! La Bastille

Não nasci para trair quem ame
E se amar
Não sei também dizer... Te’amo
Pois meu amor quieto... Mora em mim
Como não nasci para não vê
O... Me, mi, contigo
O... Te, ti, comigo.
Que... Não consiga o sim


Eu não nasci para beijar o beijo
Que minha boca possa ver
Nele! A véspera do escarro
O nego... Que não quero ouvir
O som do Sino
A badalar... Finados
E tua boca sorrir
Sendo teus lábios selos... De meu destino; sê.


Nasci sim
Pra dividir de igual
O que eu penso
E nunca confundir os sentimentos
E ser um ser
Sê! Dois, ou três, ou mais de Mil... Comum
Como normal... Animal Humano
Não desumano, e de instinto mal.


Não! Como um monstro
Mostra! Bruna!
Tu! Que sois Cadela; entretanto.
Chegaste ao ponto de mostrar ao Mundo
Como se possa amar
Como tratar a outros
Quem possa entender o “teu momento”
E amamentar com gosto... Estes Felinos



“Pobre” Cadela!
E Deus não deu-lhe... Alma, nem Espírito.
Por certo nega
Aversão a Gatos... Sua Filosofia Animalesca
Amar Felinos


Só latir pra Ratos
Estes oriundos dos “desérticos”
Vindos dos lixos... Em direção ao luxo


Momento mágico! 
E Deus é tão perfeito
Será que Bruna queira parecer-se... Ao dono
Que a Bruna fale em expressão... Canina
Que a Bruna entenda de... Censura fina
Ou queira Bruna... Ser a censurada
Ela... Que o dono quer, e a quem a tanto ama.
Quer o seu dono... Com a mesma fala


Não fina, nem “grossa”, mais calma; não falsa... Pura como sempre foi, e verdadeira.
E em seu latido “em Francês” ela diz... Au! Assez! La Bastille! Au! Êtes un animal Hummain! Au! Dire Nier La Discrimination!Au! Mon maître est bom! Au! Au! Au! Est mon professeur!

         Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentário do Autor: É mais uma resposta da Poesia Repentista em nome da Liberdade, Da Liberdade de expressão, da Solidariedade, e da Paz: e mais uma resposta humana contrária ao desequilíbrio, e desconhecimento do Campo Psi do Homem, das Classes, dos Sistemas, das Elites Estilizadas, e dos instintos pessoais exacerbados pela incompreensão; quando por muitas vezes, por falta de dignidade própria; que da Dor alheia fazem descaso: e ainda arrodeiam com insinuações que visam minimizar as suas próprias fraquezas e erros, sob a falsa alusão da falta de conhecimentos da outra parte atingida pelos seus desmandos: cujo caminho é persuadir, e em nome do Corporativismo; fazer-te engolir que seja portador de déficits de raciocínio, e de memória: quando a verdade não é esta não.

E este Vídeo, é direcionado para aqueles que possam compreender: a Filosofia cantada em "pé de Serra"; e ao som da Sanfona Sertaneja ou Brejeira; cujo conteúdo Filosófico... Não pode o homem: abraçar tudo (Os Céus, e os Oceanos) com os pés e as mãos ao mesmo tempo, pois com certeza irá incluir no meio deste "tudo"... Serpentes pra lhe engolir.




E conjecturem, ou tenham a Ilusão de Autoria, ou viajem em perspectivas, ou na linha do tempo, ou na linha do seu Horizonte, ou tenham a Liberdade de Voar; na Ilusão que: um dia não venham sentir a tristeza de dizer... Adeus.

                               Dr. Ademar Raimundo de Barros.