segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Sem Acesso

                                       Sem Acesso


Não sei se seja Epílogo, ou Prelúdio
Não sei se seja Nostalgia, ou mesmo Mágoas
Mas sei que quem navega nestas águas
E busque os Furos que encontrem Rios
Há que endurecer a Alma
Pois os Meandros gostam de arrodeios
E enquanto for bem maior
A distância que possa separar dois pontos
É muito natural
A incompreensão, e o desentendimento,
E que por consequência escondam... Atalhos e Desvios
Morou!
Morei!
As “coincidências” vêm... Como constâncias;
Pois as Pontes... Tornaram-se desafios
E as Fontes secaram
E os Rios morreram
E; Penhascos cederam,
Posto que; furaram demais o Manto,
E não levaram em consideração as duas Leis de Newton
E Adeus!
Lençóis freiáticos do Subsolo
Os teus Canais sumiram
No meio de Meandros diferenciados
Entre Buracos Negros, e desconhecidos,
Mas deixem-me pensar nesta alusão
Quer seja hipótese, ou seja; ilusão,
Que seja falsa
E se for verdadeira?
Que talvez até por Sal fossem entupidos
Um pouco diferente dos Esgotos,
Tampados por outros derivados do Petróleo,
E pelo resto dos entulhos esquecidos
E de tantos queimados em excesso,
Na devastação que ocorre
No trajeto
Na linha horizontal do Equador:
Ou por falta de acesso
Às tantas utilidades inacessíveis
Geradas por esses ângulos
Que não convergem para os Vértices
Na construção de Pirâmides
Que sigam
Outras diretrizes
Onde a Base é o Ápice (Pressuponha-se)
E o Ápice!
A fonte mirabolante que emana
Esse desequilíbrio desconcertante;
E o Silêncio se faz
Por falta de acesso
Pois as informações têm outros interesses
E aquilo que se possa aludir;
Serão banalidades
Como meu Visor hoje me disse... Compreendi
E não era compreensão
Era deboche!
Vejam visualizações no Windows Sevent Ultimate
Mas date... Ontem
Pois nada me impressiona não;
Nesta discutível Liberdade
Onde bem aventurados se escondem

                                      Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentários do Autor: O que eu gostaria de discutir aqui; o momento não é propício, mas existe um tempo para tudo, pois tudo tem seu tempo; e o próprio tempo se encarregará de mostrar a realidade na qual convivemos. Há muitos anos conhecemos o Poema: Prece Cearence, ou lembramos de que alguém também disse: O sertão vai virar Mar; ou... Adeus Remanso, Casa Nova, Santo Sé. Adeus! Pilão Arcado veio o Rio te cobrir; mas bem antes em Triste Partida, alguém proferiu... Que ia a São Paulo, viver, ou morrer; mas estes não foram compreendidos.
Recém, alguém fez uma afirmação motivada por ressentimentos Políticos... Meu banho! Minha Vida! Quando a história é outra; e é muito séria; pois foi mesmo assim; devagar; devagarinho; que nos transformamos no Laboratório do Iluminismo: posto que as Catástrofes Naturais ganharam espaços... Seca e Sol; Chuvas e Alagações são mais constantes; e eu só consigo visualizar uma justificativa... Subestimaram demais a Inércia em causa e efeito, na Segunda Lei de Newton; e se excederam na aplicação da Filosófica Primeira Lei que versa sobre Força: Ação e Reação; e para não radicalizar o Comentário, eu não consigo ver nada sobrenatural no que esteja acontecendo... O Papa tentando trilhar os caminhos de Maomé; e o Presidente Obama seguindo os passos de, Dilma, ou do Lula (de outra forma); e esta Guerra contra a Indonésia, é brincadeira! Lá a Lei é dura; quem duvida? E se eu peço clemência; é uma coisa; se ela for aceita; é outra coisa; e o que fazer se a coisa já foi feita seguindo o que rezam na Constituição, e soberania da Indonésia; mas lamento sim; era um Traficante; mas... Era uma Vida.
Mas tudo isto me fez voltar a Deus em paradoxos nestes versos de Cassimiro de Abreu; que eu anexo ao conteúdo para reflexões...

Deus
Eu me lembro! eu me lembro! - Era pequeno 
E brincava na praia; o mar bramia 
E, erguendo o dorso altivo, sacudia 
A branca escuma para o céu sereno. 
E eu disse a minha mãe nesse momento: 
“Que dura orquestra! Que furor insano! 
“Que pode haver maior do que o oceano, 
“Ou que seja mais forte do que o vento?!” - 
Minha mãe a sorrir olhou p’r’os céus 
E respondeu: - “Um Ser que nós não vemos 
“É maior do que o mar que nós tememos, 
“Mais forte que o tufão! meu filho, é - Deus!”-


Mas tudo mudou em... Fragmentos
Quando vejo assim...
O mundo é uma mentira, a glória – fumo,
A morte – um beijo, e esta vida um sonho
Pesado ou doce, que s’esvai na campa!

O homem nasce, cresce, alegre e crente
Entra no mundo c’o sorrir nos lábios,
Traz os perfumes que lhe dera o berço,
Veste-se belo d’ilusões douradas,
Canta, suspira, crê, sente esperanças,
E um dia o vendaval do desengano
Varre-lhe as flores do jardim da vida
E nu das vestes que lhe dera o berço
Treme de frio ao vento do infortúnio!
Depois – louco sublime – ele se engana,
Tenta enganar-se p’ra curar as mágoas,
Cria fantasmas na cabeça em fogo,
De novo atira o seu batel nas ondas,
Trabalha, luta e se afadiga embalde
Até que a morte lhe desmanche os sonhos.
Pobre insensato – quer achar por força
Pérola fina em lodaçal imundo!
- Menino louro que se cansa e mata
Atrás da boboleta que travessa
Nas noites do mangal voa e se perde!...

                                Cassimiro de Abreu, Dezembro 1858


Sem mais... Dr. Ademar Raimundo de Barros.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

The Case Ramehda III

The Case Ramehda III

 

E pouco me importa

Como se nada me valesse a pena

Como se nada a temer, possa eu ter, ou tenha;

Como se fosse o Fogo

Ou mesmo fosse a Lenha

Como se encaixam bem... A Morte, e a Mortalha;

“Como se dão tão bem”... O Bem próximo ao Mal

Nestes trocadilhos de Palavras

Duras! Em Agravos

Ávidas! Nesta ansiedade de apelos

De quem discorda e luta

Mesmo que não tenha amplo... O Conhecimento

Mesmo que sejam vãs... As Esperanças

Mesmo que exaustivo for

Deus! Dará forças

E por mais sutil que seja a farsa

Por mais ignomínia seja a prensa

Nada impeça

Que para as desavenças eu diga... Despienda-se

Não é Matéria preclusa

Pois diz a Lei

Que contra Fatos

Os Argumentos são peças mortas

Nos Autos de quaisquer Processos

E válido é o Reagravo em Apelo

Quando o somatório de Súmulas... São abusos

E que não há razões que me convençam

Que foram dadas as vistas

Nestes detalhes amiúdes

Que não me iludem... Pois não são Ilusões

São veracidades

Na contemplação daquilo que eu vejo

Tão claro!

Não fosco!

Ao ponto do absurdo sorrir

Da incoerência de quem não quer ver

E se dizer ser... Inatacado

Fiel escudo

Deste corporativismo exacerbado

Aonde a Ética é maior

Do que a imensidão dos Oceanos

E que das verdades, amanhã... Farão Arquivos

“Mentiras” que o próprio tempo esconde,

E que o tempo leva

E só depois da morte alguém possa dizer... Foi lamentável

Infelizmente foi,

Mas quem virá desfazer

O que foi feito?

A não ser dizer... Era Direito sim! Era Direito;

Mas que prescreveu

Morreu no tempo,

Pois Protocolar se fez:

Protelatório

Maleta “preta”; e pronto!

Olhos da Cara

Livro “Caveirinha”; e eu... Canalha

Mas quando impus recursos... Covardias!

Mas se aceitado a subserviência... Era Gavinha,

E hoje! Em compensação seria;

Unha de Gato

Dedo do Cão

Hera! Planta trepadeira que se gruda

Musgo que se impregna nestas Pedras,

Nestas Rochas de Corais e Arrecifes,

E que enfrenta o Mar revolto; e altas Ondas quebram...

Que veem lamber depois nas Praias; a Areia,

Lavar algumas Mãos

Beijar todos os Pés

Dos quais a Lama suja... Pra seu Bem.

 

                                       Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Meus amigos! Foi um prazer imenso “conhecer” vocês. Mas quando o meu Visor avisa: que haverá modificações na Cibernética, e que serão abertas novas escolas para o direito; prefiro sair e me destinar para Alcântara no Maranhão, por que ao que me parece, quê eu estando lá, esteja mais perto das Estrelas. Não quero ser Monitor lá em Pasárgada, pois lá não vou encontrar a minha Mulher amada: ela fica aqui na Terrinha do Bom Deus; e eu ficarei no ponto aonde os Spins teem uma enorme atração pelos movimentos de Rotação da Terra: aonde a Ionosfera engana a Gravidade, e o Nitrogênio (este impulsor de Energia Atômica), ganhou um amigo a mais: que por coincidência... É; ““ Anônimo ““ ainda: mas deixo para vistos de vocês alguns elementos em minha defesa, e juro! Êles não são Atômicos, e não vão contaminar ninguém pela Radiação Se... Forem vistos... Ei-los!












Nota: Existe inúmeros exames Radiológicos e Tomográficos: que confirmam a recidiva da Tuberculose Broncogênica, como da mesma forma: fotos do Eritema Nodoso em Recidiva de Hansen (ver poema no Blogger: Desastrolados do Desconhecido: "Anamnese") e outras situações conflitantes postadas em versos e prosas deste autor em Anônimos da Poesia e da Arte, e Desastrolados do Desconhecido, e jamais! Ciente dos prognósticos destas Patologias com características Auto-Imunes; eu  teria feito alguma opção entre um emprego ou outro: pela minha Seguridade Social; pela minha Mulher, e pelos meus três Filhos ainda em idade pré púbere; e ciente da compatibilidade de horários... Sem mais:

Dr. Ademar Raimundo de Barros.     







quarta-feira, 29 de outubro de 2014

The Case Ramehda II

The Case Ramehda II


Em Da Vinci busquei a inspiração
De escrever em codificação... Meu próprio nome
Com a Letra H
Foneticamente Muda
E satirizar,
Pois os “Mudos” pensam não poder falar
Da mesma forma que pensam
Que “Surdos” não devem ouvir
Que “Cegos” não podem ver
E que “Paraplégicos” não andem
Ou que toda visão
Nada mais seja do que... Uma ilusão óptica
E não se possa levar em consideração
As Legislações motivoativas
Constantes em Lei
E nas Autosuperações individuais
Estas realidades existências
Que Deus proveu ao Homem
Na relatividade dos Impérios dos Sentidos
Quando até um Cego possa ler
Com suas próprias mãos
E que os Mudos sempre se comunicarão  
Com os Olhos
Com a leitural Labial
E com estes gestos precisos
Vindos de uma consciência Mímica incontestável
E de uma realidade viva, e indiscutível,
O que será o suficiente para que os “surdos” compreendam
Nos traços da Fisionomia que implora
Na própria Antropologia posta a vistas
Na sua Cor
Na sua Naturalidade
Na sua Índole
Na sua própria origem Social
No âmbito de sua própria dependência Econômica
Exposta!
Na origem dos Fatos
No histórico dos Autos
E no questionário das Verdades incontidas,
Em meio das Pantomínias
E das Pantologias dos Processos,
Mas que venham excluir
Aquilo que foi imposto como Ignomínia
Na falsa interpretação
De infalibilidade de Jurisprudências,
Pois os Deuses não erram
Apenas vez em quando; Se... Conflitam.

                                   Dr. Ademar Raimundo de Barros.








Na continuidade deste Seriado interessante; demonstrarei outros atenuantes que Agravam as decisões assumidas, e que justificam o Desagravo com uma proeminência indiscutível no âmbito do Direito Trabalhista (independente da condição de Estatutário), aonde deixarei por exposto Documentos  Médicos que foram indeferidos, e documentações Médicas que não foram consideradas; nem vistas ou compreendidas no STJ, pois não posso pagar por falta de combativide defesa que por uma questão de ética ou de Logística: não possa ele, pois algo lhe impeça: a amplitude do exercício da sua profissão, nos ade Advocatícia: a não ser que exista como Veto ao Advogado dcasos que existam... Conflitos de Jurisprudências.
Sem mais...
Dr. Ademar Raimundo de Barros.