terça-feira, 7 de julho de 2015

Oração ao Papa Francisco

06h18min h: 28/07/2013

Oração ao Papa Francisco




Pai! Eu sei...
Que um raio de tua Luz, pode abrasar a Terra.
Permite, pois,
A este filho e simples “servo” de ti
Dirigir-se (quebrando o Protocolo) em Oração ao Papa
E a todos os “peregrinos” desse Jihad Moderno
Maior!
Menor!
E quê... Byenveni Seyè! Meu Pai
E quê... Ongi Juana! Ao Filho
E quê... Vítejte Pana! Para o Espírito Santo
E Hallelujah! A todos que caminhem pela praia
E que as ondas do Mar
Não possam apagar
As pegadas de um só...
Que lá pisou na areia




E assim como Moisés
“Abriu” o Mar Vermelho
Como Elias... Conteve e “cortou”
As águas do Jordão com o seu Manto
Que Elizeu guardou... Adonai!
Faz com que a Paz
Conduza a multidão como... Um “Encanto”
E o Mar aberto... Em Mar de “Calmaria”
Aleluia! Meu Deus!Mas trás contigo... Jesus! Moisés! Elias!
Posto que...
Não desejo que nada seja assim




  "Deus lhes pagem”: como nos faça pagar se agirmos na vida da mesma forma... Assim como Vândalos! Sicários de uma Filosofia indefinida, e pagos para a Consolidação de Impériso de "Vergonhas"; que “a trôco” eu sei quais... A Anarquia e, a Corrupção de tudo que existe.





Comentários do Autor: Pelo Dia! Pelas Horas! Por Amor! Por esses “cordeiros” de Deus... Que atrás da fé, “flutuam”. Mas Deus será capaz de fazê-los vê; o infinito espaço da fé num só: e desmembrado de “Mitos”, Rituais, ou Fanatismos que os conduzam á “loucura”, individual ou coletiva, pois “a estrela” de Moamé, tanto quanto a de; Buda... Brilham tão iguais... As “Estrelas” de todos os Santos e Profetas: idênticas as dos... “APÓCRIFOS” das Bíblias.


                                               Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Vida... Rounds e Revanches.

Vida... Rounds e Revanches.


Do “Magma” se fez... Foi Lava
Lava de vulcão em inatividade
Que pode ser ativo...  Basta-lhe o quê! O tempo
E a eclosão que chega, é tão “súbita”.
“Introspectiva” aguarda seu momento

Que importa!
Foi “Liga” de Amianto e Aço
Foi dura “como se Pedra”
E... Transformou-se em “Estátua”
E firme “de pernas presas”... Feito Estacas

Fez de alavancas as mãos... Braços e Pensamentos
Preservou-se nos “ciclos”... Desde o início
Sentiu de perto como é duro o preço
Deitou, dormiu... Sobre “esses chãos molhados”
Noites! Sem cobertor... Sem ver brilhar “Estrelas”.
Em céu tão “negro”
E como presa, vendo a cela “escura”.
No meio de torturas foi ferida... E fez “Silêncio”
Do “lodaçal” será! Esqueceu? Lembra?
Das palavras “mordidas”... E da frieza
Da rispidez de índoles... “Hoje esquecidas”

Cada pergunta feita... “Uma rajada”
E a cada olhar... Canhão! De Metralhadora à "Bandoleira
E ver num vendaval... Cair por Terra
Todos seus “sonhos mortos”... E tantas vidas
Este era o “dízimo” pago... A Guerrilha

Desculpem-me; se é que na verdade havia culpas.
Na luta, “O Ideal”... Importa-se com quem fica
E por Idealismo... Ou morre, ou mata.
Importa-lhe... É que a “inteligência viva”
Mas não importa... “Quem da resistência morra”

É nula a consciência... E vidas são velas
Umas são acessas 
Outras apagadas.
E no final da luta... Outra começa
Calada
Sisuda
A “Dança do Dragão”... Que recomeça

Tropeços
Caídos
“Vencedores”, e vencidos.
Mas quem não morreu... “Ganhou tal Guerra”
Têm chances de se erguer... Posto não ter fim 
Há  recomeços.

E SOLTA
LIBERTA-SE
COMEÇA
ORGANIZA-SE
Por ter perfil guerrilha... Guerrilheira!
Por ser perfil “Anita”... Herança Búlgara
Por ter a natureza feita... Lamarca, Garibaldi
E ter como “estrela”! “Estigma”... “O signo” de Guevara
E ao segna é só seguir
"O sonho" de Bolívar... À Brasileira.

Alguém sonhou... “Serei herói agora”
Alguém pensou... “A guerra” vem, só sei! Não sou quem fui outrora
Sei não ser Rei, mas sei que sou Rainha.
E nesse “jogo de Xadrez”... Torres! Talvez
Pra meus Peões... Cavalos! De uma vez
Aos Bispos não! Aos Bispos... 
“Sensatez”.

                                                   Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Não é ficção, nem nenhuma manifestação antagônica Política Partidária. Ou antagonismo Ideológico. Este “filme” já assisti, já assistimos: nos idos de 1964 a 1968 e mais... As Imagens retidas pelo tempo, não são “papiros” ou “papéis”, cuja credibilidade possa ser suspeita de manipulação da opinião pública, ou veículo de propaganda não idônea: com a finalidade de: contribuir com o caus, cúmplice da balbúrdia.
Os “Anônimos da Poesia e da Arte” “fizeram” uma “previsão” em: “Pacto Parodiado”: que deve estar sendo odiado por aí; por que expõe a realidade Brasileira: que não é de hoje e já dura, séculos, habituada ao convívio íntimo com a corrupção: e uma pequena amostra está aí nas ruas: a população revoltada tentando dar uma resposta a troco de “sacos de pancadas” e acusações de vandalismo.
Agora! Os Senhores Governadores Presidenciáveis (ou cotados), devem se ater a “Dialética de Hegel”; táticas de informações e contra informações, jogo de “Inteligências”, por que: a cada “Senta a Pua” ou Pancadaria em manifestações coletivas: ficam arestas irreparáveis no Processo Eleitoral... Quando uma inteligência tenta impor o critério de Ingovernabilidade: mas é bom lembrar: que muitas das vezes, os “tiros” saem pela “culatra”, em direção ao impeachment ou renúncia... O que já aconteceu, e poderá estar para acontecer. E se não mais nos convém ouvir: “Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores (As flores de, Geraldo Vandré) nos contentemos ouvir”... A Filosofia de Cazuza.






Lembrem-se das manifestações estudantis de 1968, das “Diretas Já!”, dos “Caras Pintadas”, e tenham por convicção... A Nação não está preparada para uma Intervenção Federal por falta de Liderança, pois os Líderes que poderíamos no momento dispor; (Joaquim Barbosa e Guido Mântega) seriam expurgados de qualquer vinculação Partidária neste sentido, e diferente dos Estados Unidos Das Américas: não temos Amparo Constitucional a um Candidato “Livre” ou “Independente” [criemos então o PIB – Partido da Independência Brasileira, pois já criaram (o    PR – Partido Republicano) e tantos outros] quando esta Liberdade hoje ao meu vê: está na pessoa física de um “Negro” e jamais “os donos do Poder” lhes dariam esta oportunidade... Por certo seria gozado de “Mulato”, ou “Mulatinho”, para não chamar-se: (“NEGRO”); como o foi Nilo Peçanha Vice de Afonso Pena, e Presidente após a morte deste. Seria chamado de Dom Pelé: como fizeram na Revolução com o Arcebispo da Arquidiocese de João Pessoa: Dom José Maria Pires... Ou seria desastrosamente comparado a Celso Pitta... Ou seria vencido como o foi Ruy Barbosa, traído pela inteligência, e pela ignorância do Coronelismo daquela época... Ou mais uma vez em valor o refrão... “Negro não vota em Negro”, aqui! Pobre não vota em Pobre, aqui! Quanto Lula lutou, e ainda luta, contra todos estes preconceitos... Pensem! E pensem mesmo... Como os Americanos pensaram em Obama, da mesma forma que: os Sul Africanos pensaram em Mandela... O que nos impede?
Joaquim Barbosa Presidente! Obama! Gente da gente.
Guido Mântega! “Um Jango”... Bem diferente
Ou então... Um deles! Vice... E votem!
Pois muitos! Querem vê-los longe 
E bem longe.... Mas nada impede-lhe: Senhora Presidente! Que Vossa Senhoria se recandidate; e serei o primeiro (ou o último), que lhe acate e vote; pois a Constituição Nacional dá-lhe respaldo; a não ser que a própria Lei Revogue-se (anule-se), mas seguindo preceitos de Legalidade, e sem que nenhum "Dedo metido" de lá de fora grite, e incite: os Dedos sujos aqui existentes: a toldar a água que eles próprios bebem, mas beberam demais; não têm mais sede, por um País Justo e Independente, em nome de outros interesses.
São esses os votos de Feliz e Próspero Ano Novo que vos ofereço Senhora Presidente: sem nenhum fanatismo, sem nenhuma Ideologia do Pensamento Único, ou Imposto: e sem o gosto acre do Vandalismo e Terror que tentam a todo custo implantar, para desarticular qualquer Processo Democrático que se conduz de forma coerente: no combate a Corrupção, na busca incessante pelo Desenvolvimento: lutando contra essas forças que não são mais ocultas... Os Apóstolos do Pensamento Único, e do Capitalismo Indiferente.
Solicito-vos (por medida cautelar) a sua análise sob orientação de sua Equipe Econômica, e dentro dos trâmites da Legalidade, que seja encaminhado para o Congresso Nacional, e Senado Federal, a proposta de concessão de Bônus, ou Décimo Quarto Salário ao povo Brasileiro; na tentativa de minimizar qualquer manifestação de Vândalos no transcurso desta Copa do Futebol Mundial com Sede no Brasil, para que se desative, ou anule, a tentativa provável de ocorrências que venham denegrir a imagem da nossa Nação perante as outras, bem como: dos Organismos de Defesa responsáveis pela Segurança Nacional.
Um grande abraço!


                                     Dos, “Anônimos da Poesia e da Arte”; e dos, Desastrolados do Desconhecido.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Idealismo.

Idealismo.



Qual seja o “ideal”?/ Ser Cristo ou Deus/Qual o idealismo? Se a paz sequer é vista/ Qual o idealismo que não leve a luta/ Por um tudo ou todo ou nada... Mesmo “nada exista” / E seja este ideal outra loucura.// A Megalomania nossa... Propriamente dita.

Bem disse Francis Perot... Outro poeta (em “Tautocróstico”).

Fadado fazer feito, formulou
Redação recente revelando rimas
Abraçando, abraseando, alvo, acrósticos.
Nascendo nova nascente nas
Crônicas, contos, certos, corretos.
Idealizando idoneidade ímpar
Socializando sua séria satisfação.


Poeticamente perpetuando palavras
Educando, escrevendo éticas.
Recordando, reestruturando
Obedecendo obras ornamentadas
Tituladas, tautocróstico... ” 


É como um jogo de xadrez... E ser o Rei/ Talvez tiver a vez ser mais... Que a Rainha e outros/ Pois tem Cavalo “doido” que joga na “rinha” / A ver Peão correr, arrodear, depois morrer/ E escoiceando vai: bater, matar e excluir/ Até se vê... Vencido ou vencedor.



É como conhecer... Princípio e fim/ Pois viu nascerem ilusões/ E vê... As ilusões dos céus caírem/ É como admirar um “arco íris” sem conhecer da luz... Causa e efeito/ É como se lançar sem ter trajeto/ Ou como mergulhar no infinito/ Querer voltar, porém não há mais jeito/ E guarda a cicatriz do fanatismo.



E cada Torre cai, e o pó levanta/ Nuvem de poeira e sangue e terra/ Mistura negra de fumaça e fogo/ Desfila o aço, o chumbo e as “fissões de átomos” / Quer sejam raios... Pouco importa o Urânio/ As Ideologias têm seus gládios/ Tem os seus Bispos e “naipes”... São Peões/ E os disfarces veem em roque ou Rei só... Como “Armistícios” que simulam paz.


Cada qual: seus passos e seus movimentos/ Cada passo, em falso... Seu momento/ Cada um, de tantos, o seu tempo/ Algum Rei se arrisca no tablado/ Assim é a Ideologia passo a passo/ E em meio a mortos e vencidos só resta ao Rei ouvir... Cheque! Ou cheque-mate! Ou Shah-mate!/ Como se fosse um jogo de xadrez.


E assim conforme o jogo... A vida vai


Quem sabe o jogo é quem brilha mais.




Dr. Ademar Raimundo de Barros.


Comentário do Autor: Trata-se da interposição da poesia: “Tautocróstico” do Poeta Francis Perot, na poesia intitulada: “Idealismo”. Perot deixa transparecer “certa” insatisfação quando escreve: “Fadado fazer ou formular redação recente revelando rimas”. Fadado ou Fado... É a resignação ou: “Morte e Vida Severina” do idealismo coletivo por escassez de “credos” ou “crenças” a Mitos ou líderes, e cansado de abrasear, alvos, acrósticos, fragmenta (em parte) o idealismo coletivo, pois pressupõe ou deixa subentendido... A socialização: “a sua séria satisfação” tão “acróstica”. É a representação do verdadeiro idealismo, pois não cobra, mas se expõe, não lucra, porém insiste e distribui, e assina em “arquitetura” de Poesia moderna... O objetivo crítico e político, ele deixa em oculto (neste poema), mas que o diga: “O que o povo chama de progresso”... Perot é polivalente.
Que me desculpem os visualizadores: mas a minha intenção não é destruir a força motriz maior da humanidade: se assim possamos definir o Idealismo. Sem essa força, que seríamos? Quando em tudo reside o ideal. O “ser” individual e coletivo. A ordem e o progresso. A Paz, e lamentavelmente o bem, bem junto ao mal, ou o mal mais próximo ao mal... As guerras.

A sede de poder, a dominação dos povos, a “independência” (se haja independência) de uns e a dependência de outros... Que ficam a ver a construção dos impérios e, como sempre, a destruição de um império e subsequente: a superposição de outro império quando não: o prolongamento e a expansão do mesmo já existente.

Há séculos que não somos: nem um Estado maior e nem “menor”, vivemos numa transição entre estas duas formas de Estado: nem capitalista, nem comunista, e assumimos uma forma de Socialismo aparente onde: demagogicamente alguns seguimentos professam: “são tênues o que afasta a iniciativa pública e a iniciativa privada”: quando “grosseiras” são as arestas existentes. Agora vem “a crise” (é a denominação da monstruosidade). De quem a culpa? Dos países pobres não! Ou será que seja? Qual golpe foi dado no FMI e por quem? Qual, ou quais: pessoas Físicas ou Jurídicas ousaram atentar, violar, descredibilizar a paz econômica Mundial? Ou qual setor da Macro Economia que foi afetado e por quem? Seria o Petróleo e suas oscilações no mercado? Seria o Dólar? O Euro? Qual moeda que o mundo não possa transar? A maior população mundial é a da China: mas nos meus sessenta e três anos de vida: nunca vi cair dali... Uma lágrima sequer neste sentido: vejo a África “morrer” dia a dia, juntamente com Países como o Haiti e outros que o mundo não divulga.

O momento é difícil. Parece que estamos retrocedendo em busca de um novo mundo. Já não existe mais o “Caminho em busca de “novo caminho das índias”, nem mais, “a Companhia das Índias Ocidentais” e a pirataria é outra: que não se arrisca pelo Mar sujeitos as intempéries Trans Oceânicas, em perseguição a um “Galeão” Espanhol ou Português”. Já passamos por momentos onde ser Cristãos nada significava, e por momentos que: ser Cristão equivalia ser: um extremista Islâmico ou um membro da Al Qaeda: ou eles estejam representando os Turcos de um passado distante: ou seja: os “novos comunistas”, mas uma coisa é certa: que não foram estes os autores de similar sequestro de bens neste mundo informatizado.

Todas as empresas tendem a falir, inclusive os Bancos (reserve-se seus beneficiários), inclusive os Estados (de “direito”, sem direito) e as Nações, por quê?

Nasci numa Nação dependente deste Sistema e me orgulho de alguns nomes que posso citá-los: Fernando Henrique Cardoso (“o chato” para alguns agora), Luiz Inácio Lula da Silva (“o barbudo feio e parecido a um sapo” comunista dantes, o terror!), a nossa Presidente Dilma Vana Rousseff (agora a Rainha executando a função de “Rei só”).


Neste jogo de xadrez de precedentes histórico (e pouca gente sabe disto), o nosso grande Ministro Da Fazenda; Guido Mântega (que ao proletariado deve ser apresentado como um dos trunfos que o PT detém e que jamais deve ser descartado) por que muitas Torres e Pilares e Bispos caíram: diante da fascinação deste mesmo poder que mazelou o Mundo, e que agora procuram “outra peneira” para se esconderem...


Mais alternativas existem e para mim (analfabeto em Economia) os primeiros passos... A desvalorização do Ouro, a desvalorização do Petróleo, a equiparação das moedas, a contensão dos “Paraísos Fiscais”, a utilização das suas reservas naturais próprias, e principalmente: a solidariedade das nações.

Este é o Idealismo. Esta é a verdade, o caminho e a vida... E ninguém precisará antes do tempo se apresentar ao Senhor Jesus Cristo e deste, a Deus... Senão a coisa vai parar no “beleléu”, bem juntinho dos portais dos “Quintos dos Infernos”: inclusive os “Senhores da Guerra”: cada qual com um saco de dinheiro e ouro sobre as costas e sem valor algum.

É chegada a hora do abraço. Esqueçam os sonhos dos ideais de independência que só “em parte existiu”. Estes heróis não existem mais... David, Salomão, Nabucodonosor, Nabupolassar, Napoleão, Hitler, Simon Bolívar, Garibaldi, Guevara, Sadan, esqueçamos-nos de todos, pois todos já foram julgados: por qual bem, ou por qual mal, no meu entender e com todo respeito.

É a hora de estender a mão a Fidel, a Hugo Chaves, a Mahmud Ahmadinejard, A Europa num todo o, a Rússia, a China, a Coréia do Norte do Sul, ao Japão, a todas as Nações: Unidas e Desunidas e dizê-las... Que o céu agora é perto, que a máxima de Marx é correta (os trabalhadores não têm Nacionalidade) e nem devem ter, pois poderão servir-se para outras finalidades não afins, se não a si, a seus filhos dentro do conceito de legitimidade em imigração. Mas uma frase Nordestina (quem tem a terceira letra do alfabeto Português, seguida da última vogal, com ou sem acento agudo: e portador de arsenal nuclear disponível em mãos) tem medo... E não adianta mais a bravata: “Sou o mais forte e” posso, ou pense ser o povo e a terra escolhida por Deus, pois Deus não precisaria do “Escudo Dos Estados Unidos das Américas” nem de nenhuma Nação deste Mundo, para se defender, e de onde nasceu o primeiro homem, o primeiro homicida, o primeiro legislador, os primeiros escravos (por especulação e sobrevivência), talvez “os primeiros imigrantes ou os primeiros nômades”, o primeiro cristão (o único Rei que não reinou por que sabia que seu reino não era aqui nesta terra subentendida: vossa), de onde surgiu o primeiro pecado original, indiretamente partirá a primeira pedra a ser jogada contra o destino final da humanidade (e quem jogá-la, ninguém saberá quem seja) e que talvez... Seja o último beijo de Judas, e que está muito “fácil” tentar; tentem! Reeditem da Mitologia... Chronos. “““ ““Ou: imagine-se em processo de Clonagem tendo em desfavor a radioatividade circulante, uma “alegoria” a mais a ser incorporada a:” La Divina Commedia” de Dante Alighieri”.

E lembrem que este chama ao tribunal: Papas, Imperadores de seu tempo, Reis e Prelados e Estadistas, Generais, Homens e Mulheres da Nobreza, da Burguesia, das Corporações e das Escolas; e lhes faz ver: o inferno, o purgatório e só depois... O Paraíso, assim...

“Tinha diante de mim o rei das trevas. O que fora belo anjo de luz, hoje era feio. Espantei-me ao ver que tinha três caras em uma só cabeça. A cara da frente era vermelha, a da direita, amarela, e a da esquerda, negra, como a fuligem.”

“Foi quando notamos, ao longo do caminho, encostada à lívida muralha, e com as pálpebras cerzidas com fios de arame, para os olhos, que tanto cobiçaram, não vissem a luz, uma multidão de sombras vestidas de rude silício, as sombras cantavam, ou melhor, gritavam a litania de todos os santos, exclamando em uníssono: Maria, orai por nós.”

E se quiserdes chegar ao Paraíso/ E não quiserdes ver... “A dor ou cor do inferno”/ E não quiserdes ver a conclamação da Rússia/ Que vejam a solidariedade da Austrália/ E neutralizem a gana armamentista/ Bem como a sede ou fome por Petróleo/ Aí vais ver o que diz Dante...  Do Paraíso.

“Antes de atingirmos o nono céu – O manto real, por que cobre todos os demais, vi saírem de um círculo dançante três luzes extremas, entre brilhantes, que pela velocidade soube serem almas mais preciosas.”

... E subentendo... Ainda não era, uma delas, a de Deus; nem a de Cristo Rei.

Dedico o trabalho ao Continente Australiano que me respalda e me dá forças e inspiração em: Idealismo.





                                                    Dr. Ademar Raimundo de Barros.