domingo, 20 de julho de 2014

Só Perfídias


Só Perfídias



Para não dizer que não falei
Apenas de Flores, e Espinhos
Nem apenas das espículas dos Escrúpulos
E se não possa dizer que ganhei
Por minha vez direi... Ganhamos
Senão a Copa,
Esta que “perdemos”
Mas a credibilidade Internacional
Por mais que poucos se posicionaram
Em nosso desfavor
Em troca de Políticas, e de Governos
E por “baixo dos Panos”
Planos sorrateiros
Ás vezes mal dizendo... Somos um só
Às vezes se dizendo... Brasileiros!
E de Verde e Amarelo preferindo
O Rubro-Negro, ou o Azul e Branco
E quantas vezes proferindo;
Felismente!
Para a sorte Geral... Eles perderam
Nunca!”Nós perdemos”
Dizer quem eram eles... Nem preciso dizer
Mas sei que eles procuram agora
Nas sobras dos frutos que ficaram
Os podres... Agoureiros do Amanhã,
Ou Arquétipos do Caus de Ontem
Que nesta Arquitetura se desenha
Já sabem se perdem ou ganham
Por que o mais triste é ver o que a Copa trouxe e levou consigo; um Mundo de Ilusões, e Fantasias: e por mais que eu tente absolver estas verdades do cotidiano, o desengano vem; como se estivesse em direção ao Cisma e Êxodo, ou Novo Holocauto, ou caminhando pra o fim em retrocesso, ou navegando “soorriinnddoo” para o futuro, ou penetrando no escuro do “Passado” nos pretéritos do Verbo, nos contextos e termos Apocalípticos; pois mal ligo a TV vejo imagens de um próximo passado, e de um presente futuro: que não mais queria vê-las, pois lembram Velas e Vazios que voltaram, como chamas que queimam, como Cinzas que voam, como Ventos que sopram nas Tormentas, como o rasgo do Raio que estronda; e amedronta os Povos Civilizados... E bum! Quem detonou tal bomba? E bum! Não se respeita mais nem os “Relógios”; e bum! Não se assume mais quem fez qual atentado e se supõe que não se sabe mais qual foi o lado; quando se sabe o lado, e de onde foi: mas, porém, contudo, todavia; a dúvida fica; mesmo que a consciência diga... Eu sei.
Ávidas mãos e Santas consciências Sãns que reténs o destino do Mundo, mas “Não vês”, que cada dia a mais teus Pés não têm por onde caminhar, pois destruístes todos os caminhos por onde passariam Milhões; e só para alguns, Deus não permitirá a Vida logo após o que importa agora a um, a dois, ou três, ou mais; pois o que restará não há valia: por que a revelia tudo foi destruído.
Ávidas mãos e mentes doentias... EU! Vos avisei! Por este Bloger aqui: aonde tantas vezes ouvi... Atenção! Um Vírus malicioso foi detectado, e seu Navegador está sendo sequestrado; e me pergunto; por quem? Por quê? Mas não se preocupem mais que não somente eu estarei com todos vocês no outro Dia D; que não será igual ao que já foi, e ninguém nos contará quem foi quem fez; talvez se escute um BUUUMMM! Quem saiba se alguém ouvirá mais um, ou dois, ou Dez: mas sei que demorará mais do que possam pensar que seja amanhã e num Ato só, e muitas mortes virão de forma “súbita”, e muito agonizarão por espaço de tempo demorado nestes Infernos e Céus...
Por Zeus! Quem possa me explicar o que a Malásia tenha que outros não têm? Ou o que a Indonésia ou a Polinésia possa ter, ou o que tenha a haver com essas Rotas? Um Avião sumiu, mas quem o sequestrou? Foi Deus? Depois outro explodiu; ninguém se assumiu alguém quer presumir... Ciência! Muita coincidência para se argumentar; muito silêncio e muita paciência, para aguentar; enquanto os pais da Tecnologia conjecturam... Quem é que foi? Quem foi que fez? Anda no Ar! E enquanto emigrante migram em busca de um “refúgio melhor”; pobre da Aerolines da Malásia! Alvo predileto desviado para uma alça de mira de armamento bélico de origem desconhecida que manda quem mandar; e juro! Quem! Não sei; por quê! Também... Daí não opinar; e espero que o tempo diga-me.
 Cansei! Porque a coisa é feia meu irmão! É como Centopéia que pode “navegar” por infinitas Glebas, pois somam muitas pernas para andar; o que me fez ou faz-me lembrar do Poeta Manoel Bandeira, e tantos mais... Cadê a Onda? A Onda ainda? E a Onda anda tão diferente da Onda que compuz, mas que não me fez esquecer-se de outras: que de eletromagnéticas nada têm: nem sabem dimencionar os estragos que venham de suas Cristas; nem a amplitude da destruição que seus Vales possam causar, nos outros Vales que sua abrangência dista sem escolha, pois sua Potência vai além do que se imagina a vista, ou bem mais... Além da imaginação; tão pouco possa saber, ou compreender, a ecoressonância que arrasta depois que explodir: como a Temperatura que leva a combustão; e que a própria combustão crie “outras Ondas” que juntas venham somar-se as demais Ondas Atômicas em Fúria de Tufões; e Furacões que venham ver que tudo “avoa”; que até a Inércia de uma Pedra, ou o pêso de uma agulha “pese mais”.
Pareço vê! Ávidas mãos erguidas que acenam “se e somente se” se Deus! Permita-as. Pareço vê! Ávidas mãos vazias de Milhões a imitar minúsculos efemerídios “Louva a Deus” com seus endos esqueletros em procissão Litânica, e seguindo os Ritos dos desconfigarados; figuras “soltas”, sem ligas que lhes ligem as Ligas; hipnotizadas pelo medo e simulando vagabundos ou sonâmbulos, e pedindo a quem por gestos imprecisos; Deus! Nos manda água! Não só para matar esta sede que não cessa; mas para refrescar a minha pele, esta mortalha que carrego que me queima mais que lenha na fornalha, e que me transformou em uma só ferida; e não há jeito mais: deixa-me que me afoge e não me negue o fim, mas diga-me por consolo que não foi nenhum favor... Nem Suicídio...
Cansei! Já não aguento mais Sodoma e Gamorra; nem esta Aurora Boreal minha redoma; fiasco do Poder esta masmorra, a qual me amarra a fios feitos tranças que me alinhava mais a estas forças brutas e súbita violência; nem vejo mais o Sol que me assola: e o que mais me impacta: esta papa feita de sangue, suor, e cinzas: poeira e pó que o Vento vem e sopra nas Narinas: que vem em Ronda e faz favor ainda: de nos mostrar o que nos traz revolta: estas cápsulas lâminas de Urânio dessas terras raras; essa energia quântica e seu valor Molar; que em números de Avogradros ao quadrado possa que meça nesta Trigonometria de desgraças; a inutilidade inúmera de cadáveres imersa nestes Rosários de inúmeras Contas que não conseguimos Rezar; aonde lágrimas não há, por que secaram todas, e quem possa sofrer, ou sofra... Chora! Geme! E rir! Tudo ao mesmo tempo e pouco importa; tudo ao mesmo tempo e nada valha; tudo ao mesmo tempo e não se escuta; não adianta não; nada adianta.
Rir! Longe dali o Pai dapáciência; a Mãedaignorância; o Filhodeoutrasanta... Vou a Drumond e lembro-me das Bandas ou das Bumdas: que redudam; que insistem; que persistem numa persistência inconteste, e vem ver qual resistência exista, ou possa existir: que possam implorar ou que afrontem, ou que dispendienda-se em complacência só para se presumir: ela e redonda sim! Balança! Mas por desambiguação ganhou; outra conotação não pejorativa e tão pouco pornográfica, e no sentido Lírico de Políticos e Políticas podem fazer a crítica; aproximando-os nesta enfática comédia alienígena: aonde os Deuses sacrificam Duendes, pobres e miseráveis, nesta luta Titânica tão arquitetada pelos Líderes; e guarda a esperança de um dia rir mesmo que passem... Cem anos de solidão; Milênios de Depressão em Ciclos Recorrentes, pois viu o Mundo ruir, e suas verdades esquecidas, enquanto as banalidades ganham forças e valor maior; e quem vê que diz... Soorriirr por ser Feliz, por ter levado mais “Um Pé pesado no “traseiro”“... Vou a Buarque e passo a meditar ou refletir... Joga Pedras na Geny.


Não leve a mal Mateus! Primeiro os teus... São meus; meus desenganos, e talvez depois se junte aos teus... Fulano, Sicrano, e Beltranos, pois prefiro a Daniel domando as Feras, e aos Bem aventurados ditos em Aramaico, mas pela mesma voz.
Desculpem-me pelos erros Infligentes em Português, pois nesta explosão de sentimentos esqueci todas as normas existentes; e deixo para conhecimento da crítica uma Metotologia de Ensino Línguístico muito imposta por alguns nestes passados; a Correção de Textos: técnica absoleta nas Escolas, mas posta em prática em tudo que seja Globalizado: e meu grande Professor Luiz Ramalho; era Especialista nisto nas Escolas Públicas e Privadas.

Sem mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Goooollll... É da Alemanha!

Goooollll... É da Alemanha!



Taí! Andei matutando por aí, e cheguei a uma conclusão inédita; os Alemães redescobriram o Brasil. Como pode né! Primeiro foram os Portuguêses; depois disseram que foram os Espanhóis, e que depois daí, possamos compreender esta briga de hermanos entre nós “Argentinos” de longa data: quando apenas uma “Bacia Del Plata” nos separa, mas sempre estivemos unidos pelos mesmos motivos quando não falamos em Futebol; mas desde quando havia tantos índios; já nos entendíamos pelo Portunhol até nas Bigas ou digamos; de Priscas Eras, nos tempos de Vargas, e Evita... A Primeira Dama de Peron.
Mas deixemos História, e Políticas, pois a questão concentra-se na concentração dos Povos Patachóis: lá na Bahia Cabrália onde ocorreu a primeira Missa, e aonde a Seleção de Futebol da Alemanha: teve a felicidade de ser tão bem acolhida (e pelos índios) e que isto talvez haja contribuído pela sua peformance naquele Sete a Huuummm! Ainda dói, mas que ficou aquêle gostinho de “Bata Mais” BEM! Pode bater; facas de contas que bater não vai doer: e que me parece que não doeu não: e que ainda falta mais, pois a Holanda tem apanhado demais desde as Batalhas dos Guararapes que nada mais, nada menos; nos trás na lembrança (sacou!) duas Copas de Paus e de Espadas; morou! A coisa ou os entretantos: não estão apenas restritas no Campo do Futebol pois há Séculos que convivemos com Compahias das índias Orientais, ou Ocidentais, e sempre nesta ânsia bem maior que a anciã; derrubando Tratados de Tordesilhas que existam, e modificando resultados esperados  e inesperados, e desapontados por Caudilhos: nestas Noites infinitas observando a luta de “Mocinhos’, e “Bandidos”: que nas contas do Rosário de minha Samaria Marcionila eram Diabos ou Demônios ou Piratas ou Pilantras: para os quais ela direcionava suas “Santas Marias Mães de Deus”, no intuito de espantar as Guerras, e as inconveniências de esconder os filhos debaixo das Saias que usava independente das Caçolas nas Canelas para esconder as coisas.
Mas fiquei inculcado com outra coisa. Será? Que os índios Patachóis além das concessões das bênçãos, não tenham ensinado aos Alemães os Princípios Ativos do Chá de Uauaska que aqui no Norte chamam Mairiri; Chá, e Seita: respaldados na alusão de que existam substâncias motivoativas, nunca especificada como Psicotrópicas nas análises Cientificamente comprovadas: mas o mais importante: enquanto os descobridores Portugueses procuraram trocar, Ouro, por Espelhos; os redescobridores Alemães foram mais sensatos e humanos... Retribuíram a hospitalidade indígena por algo mais relevante, Euros, e Projetos.
Para mim; tudo certo! Tudo bem! E parabéns ao Povo Alemão, e sua Seleção por esta grandiosa conquista; e ratificando comentário de Armando Nogueira que diz que o Brasil perdeu nas Vésperas; a Copa de 50, para esta que graças a meu Deus tudo aconteceu em Graças: e o Brasil foi mais Brasil sem levantar a Taça; mas que valeu, valeu! No multicolorido da Confraternização das Raças; e se perdeu valeu! Pois nada aconteceu em Véspera, e o que aconteceu, aconteceu: num tempo determinado dentro de um longo período atípico para quem não se liga ao perigo, ou as desgraças nestas fontes de ameaças em seca e esgota as fontes de inspirações motivoativas quando a vontade do povo não viu: o tremetreme do Filipão; o temor total de toda Seleção, pelos “Tratores” extra campo uns que agora não posso julgar, mas que afetam os resultados multiplicativos da multiplicação: e o somatório cumulativo de qualquer adição, e haja choro: cujo esgar de Lágrimas fica na Filosofia, e na Ideologia dos negócios.
Deixo para a Seleção Alemã... Aquele abraço! Depois de um golaço, e Dilma viu; nos últimos momentos de um segundo tempo de prorrogação; valeu a Mítica. E para a satisfação geral de Políticos, e Políticas; e para consistência da hiotética Tese: de que a Alemanha redescobriu o Brasil: e pela confiança na Tecnologia geral: solicito a Nação Alemã, que em homenagem a Dança do Desejo criado pelo Povo Patachóis; que se lembre de Bethoven e das músicas para meditações e concentrações motivativas; e lance no Mercado Internacional um Vídeo com participação nos direitos autorais das tribos, digo; dos povos Patachóis sob a ‘fiscalização” na dependência de Vênia da Diplomacia Brasileira; tendo como base ou fundo; a Coreografia da Gana, ou da Vontade, ou do valor das Bênçãos, Credos, ou Rezas, das Nações Indígenas... Mas ou menos seguindo os parâmetros deste Vídeo que anexo ao trabalhado: e como Imagens... Os lances; os Goals; a Festa; deste Tetra-Campeonato inédito não só para vocês.




Sem mais, Dr. Ademar Raimundo de Barros.

sábado, 12 de julho de 2014

Dia Ilustrado

Dia Ilustrado



Taí! Chorei, pois não podia esquecer; sorriam! Riam de mim nem precisava; e assim como eu chorei qualquer um chorava; dar a volta por cima e vencer: quero ver quem dava... De; “Noite Ilustrada”.
Quero parabenzinar a Nação Brasileira pelo comportamento sensato de todo o seu Povo, pois o que mais me preocupava não chegou a acontecer; e tomara Deus! Que no cotidiano dos dias subsequentes: continuemos em nome da dignidade de nossa Nação mantendo esta mesma ordem: para que possamos perante todas as Nações do Mundo servirmos como exemplo de Paz, e de Fraternidade seguindo sempre os preceitos da Liberdade.
Os 7 X 0, valeu sim! Da mesma forma que os 3 X 0 para a Holanda com um gostinho a parte: poderemos nos conformar com a realidade se supormos que havemos vencido por: 4º X 3 º, apesar dos pesares.
Acredito que estejam satisfeitos Gregos e Trianos nesta “Guerra” sem Escudos nem Espadas, e sem termos que reviver “Os Trezentos de Esparta”, nem outras Epopéias da História quando o Ópio seja o Futebol: que não se cheira não se come, e só; se “Odilia”: nome de Mulher que não se odeia, e mesmo sendo feia não se enjeita.
Na realidade estou muito chateado com tantas conjecturas: que já estava imaginando muito além das estrelas: mas é que eu não queria ver a coisa pegar fogo: mas em cima da fogueira pusseram muita lenha que não me cabe agora que tudo está bem; tecer na teia que é de outra Aranha, ou catucar o Diabo neste “perde e ganha”: quando prefiro mais; viver a toa.
E imaginem vocês que nesta confusão, ouvi alguém querer que Filipão nestas circunstâncias após os 7 a Huuummm; armar a Seleção contra a Holanda assim: André Vidal de Negreiros e Henrique Dias; Matias de Albuquerque, e Felipe Camarão: e ainda discutiu comigo sobre a fidelidade dos... Domingos! Fernandes! E; Calabar, pois nunca ouvira falar das duas Batalhas dos Guararapes, e queria ainda colocar como atacante no lugar do Fred para não haver qualquer contestação por parte deste olhe quem! Um Príncipe! Um Rei não! Mas a figura ilustre do, Maurício de Nassau Siegen: craque, revelado, e sacramentado pelo... “Santa Cruz” de Recife; dá pra entender? E isto me forçou a ler duas Cartas; a de Pero Vaz que caminhas, e a de, Cristóvão! Qual Lombo? E como motivação ao som de outros, e outros, e outros motivoativos... Salvem a Seleção!



                                               Dr. Ademar Raimundo de Barros.                

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Como em... I cant Get NO!

Como em... I cant Get NO!


14: 16 h, de 30/06/2014... Este Comentário eu não iria publicar, pois foge dos objetivos do Blogger: que não é; a subversão da ordem Pública, nem Internacional: mesmo que possamos afirmar que toda ordem tende a ser subvertida, pois alguém sempre virá atentar: porém talvez; depois que tudo acontecer, possa existir alguma motivação: principalmente se depois de Júlio venham vir;  as Primaveras que espero vir; verão. Como verão o Outono trazer, os frutos saudáveis desta Polinização Primaveril; e que as chuvas de Verão; caiam sem Raios, e sem as Tempestades extemporâneas; e que o Inverno destas Estações que futuramente possa vir: que seja sereno, e compartilhado com Noites de “Céus de Brigadeiros”, e que possamos observar: o brilho das Estrelas, e das Constelações: sem a consternação de afirmar isto... Mas meu Brasil que se cuide: porque está muito mais visado do que alvos ao alcance de Miras Laser: como os meus Pobres “Bloggers”... “Anônimos da Poesia e da Arte”, e Desastrolados do Desconhecido.
E lamentavelmente tudo aconteceu como esperadamente... Mas este comentário é dirigido a Nigéria, e na dependência dos acontecimentos poderá ser extensivo ao povo Brasileiro para quem mais uma vez dirijo-me solicitando... Calma! Pra tudo tem Hora, e os Jogadores são vítimas de outras inconsequências.
Mas no meio de Cinco; havia dois, ou três, ou mais; e não somente um; dentro do próprio campo “Eletromagnético”: fazendo-se de Bobo, Bocó, Mané, ou Tonto (do começo ao fim); e a Zorra rolando, e lá vai dois: e nada Colorido nos Cartões: sem aquele “Arco-Iris” costumaz... E assim; Sonhos de Heróis, “hipnotizaram a Zebra”. Engraçado! Não vi ninguém chorar o enterro de sua última Quimera; e somente a gratidão, aquela velha “maleta “Preta”; que de “Preta” nada tinha a não ser: a “Propinização" das coisas incorretas e na na hora incerta”, a “Subversão na hora errada”, e a “Corrupção mal dirigida”: como uma “Cantada” imprópria, e pública dirigida; a própria companheira predileta”. Pobre Pátria! Traída, mas quem possa dizer... Não acredita; pelo que passou pelo que passa, e pelo que ainda tenha que passar se Deus não acuda; pois quem manda mais se é te valha a pena: mandará mais as pernas que atrapalham: os olhos “que não olham”; o faz que “vai”, e fica; o que fica e, não vai; aquele que caiu, ou fez que “fez”; ou anda enquanto o Tempo passa: ou que chutou “pros Céus aquela Bola”: ou simularam raça “desigual”... Haja pancadas! E cuspiram pro chão sem nem “Sorrir”.
Tíáras por Traíras viram Tiras; Farrapos! Que em Silêncio gritam... Venha! E cabisbaixos; na simulação normal comum aos Párias, muitos dos quais talvez por ela nem paridos: Mercenários de Bens, e Sicários das ilusões e sonhos esquecidos no tempo feitos Pergaminhos; misturam-se aos brados que bradam... Vitória! Vitória! Vitória! Quando tudo foi meticulosamente ensaiado... Foi essa a impressão que ficou; e para o árbitro Norte Americano a minha nota é... Dez.
Tudo tem seu tempo sua hora, seu momento seu instante, seu minuto, seu segundo; e tantos não estejam nestes tempos, nos locais certos, ou incertos; onde nem deviam estar: quando o imprevisto sobrepõe-se ao previsto que alguém ousou pensar. Ora! Que só hoje logo cedo tive medo, pois o Furacão previsto nos Sismógrafos, e Radares, e Sonares, e Satélites; seus “visores” ou Tentáculos: prognosticaram lá! Mas o Epicentro estava aqui para fazer valer que o Passado voltou; ou que a Fábula Nordestina poderá virar História; e o “Furacão fez 7 X 1 vingando o 6 x1 50”: e revendo o 6 X 1, no Peru ao Som do Bolero do Olé cantado pra Espanha... E por enquanto a Argentina rir... Será que a Alemanha ganha? E possamos cantar ao Tango de Gardel... Por uma Cabeça...
Nem foi necessário publicar o comentário, pois hoje a Mídia cita indícios de manipulação de jogos:  ou indisciplina grave: ou alguém ousou falar demais do que não se deve falar, pois não podemos falar no Cais para Navios de alto Calado; o que para mim não mais é novidade; e que podemos censurar de Camarões: quando os próprios trocaram “amabilidades”, contra os mesmos: e deram beijos em maços de “Dinheiro”; mas a realidade crua fala mais... Não somente eles estão a precisar dos... Euros.


Sem mais
Neste enigmático estigma dos escrúpulos.
Dr. Ademar Raimundo de Barros.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

The next Day


The next Day


Or the Day after as I coud tell...
Sinceramente nunca esquecerei
Pois nestes Céus
Nunca vi brilhar
Tantas Estrelas, e Astros, e tantos Gooolllsss.
E em questão de instantes
Este humilhante... 7 X 1
E quanta Ilusão!
Sessenta e Quatro anos eu vivi
Nesta Esperaça vã
Nesta infinita espera de rever
Aquilo quê não vi
Mas que aconteceu aqui
Neste Maracanã,
Nas Priscas; Eras de... 1950
And The past
Came Back Yesterday
Quando a Revanche “Gorou”
Virou… Tomorrow! If Hopefully
Ou quando Deus quiser prover, como proveu… Outrora.
Não mais pra esquecer Cincoenta,
Nem para alimentar vinganças
Nem as desavenças de Políticos, e Políticas;
Ou quem lucre mais
Pois de tudo que vi... Ficaram dúvidas
Na perplexidade dos Perplexos
Na credibilidade dos Incrédulos
Como... É PRECISO VER PARA CRER
Na Utopia do que; daquilo que... Foi sempre Utópico
Na Atipia do que; de quem... Foi sempre Atípico
E ter que acreditar no Ilusório
E imaginar que o imaginário possa ser:
Que a Vaca voou
Que a Planta sorriu
Que o Gato falou
Das Materializações das coisas invisíveis por “Olhos não nus”
Como das “Partículas de Deus”, com convicção.
E das transformações de tudo que pensamos inexistentes;
Como se fosse comum...
As mutações transgênicas dos Gens
As modificações Virais
As banalidades de compreensão dos mecanismos,
Que se responsabilizam pela resistência Bacteriana;
E complementava assim...
É simples compreender a multiplicação dos Milagres,
E que um Cego de repente venha ver
Como é tão fácil fazer... Um Morto ressucitar,
Um Paralítico andar
Como no meio de Trilhões de Mosquitos,
Em uma Noite escura sem estrelas, ou Luar;
Detectar depois de tantos anos
Qual descendente destes efemerídios seres,
Quem foi daqueles... Que naquele dia te picou
Só resta-me dizer... Foi Inédito!
Só resta-me dizer... Foi Inúsito!
Digamos também... Até quem fez ainda não acreditou
Pois é muito difícil acreditar,
Mesmo nas Condições Naturais de Temperatura e Pressão
CNTP... Resta saber:
Cadê! O Furacão que foi previsto varrer todo o Japão
Contra informação?
Código “em contra mão”?
Credo! Cristo!
Quanto tempo passará para que eu possa dizer... Acredito
No momento prescruto... Etc, etc, etc, etc, Esquesito!
Mas muito bem escrito... No Epi Campo deste Futebol;
E que ficará guardado
Nos recôncavos adormecidos da minha Mente
Como Dormentes de Ferro
Como lágrimas de Aço que chorei

                                         Dr. Ademar Raimundo de Barros.

Comentários do Autor: Taí! E nosso Amor não estava escrito nas estrelas ou coisa assim... Não foi um Sonho; foi um Pesadelo. Para as últimas Arbitragens Nota Dez: escrita com Letras Góticas, ou Aramáicas: mas também pudera! Todos já acostumados a lidar com lutas de Feras: e por consequência Têm que se conduzirem como “Feras”, e no meio delas, sem nenhum receio de arbritar.
Posso compreender como seja difícil arbritrar um confronto: onde de um lado estejam os melindres, e “não me toques” dos da Raça e Pedigre Poodle; e do outro: “Pastores Alemães”, quando não: Hotivales, Labradores, Pitbulls... Em, “Luta de Cachorros Grandes” quando ‘”Raças Raras” vem latir: quando tem que ser domado, vacinado, ensinado, bem destrado; e custe a quem quiser. Tem que ser danado, ser ousado, ser treinado, ser testado; e morda quem morder. Tem que ser cuidado, ser lavado, enxugado, “Cozinhado”, ser bem pago, bem mandado; e goste quem gostar... Senão vai “Dá Mané”! Ou vai mancar boubeira, ou vai... Tirar o Pé... E assim... Não dá! Mas muita coisa irá acontecer como em: A Antítese do OH!
Mas meu Amor! O nosso Amor não estava nas Cartas de Tarô, nem estava escrito nas estrelas, ou coisa assim...



                                         Dr. Ademar Raimundo de Barros.